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10 cursos gratuitos para aprender com Google e Udacity

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Há opções online e em português em diversas áreas, como marketing digital, desenvolvimento mobile, deep learning e realidade virtual

 

São Paulo, junho de 2018 — O profissional brasileiro é um dos menos confiantes quanto ao mercado de trabalho, de acordo com pesquisa recente da Michael Page, empresa inglesa de recrutamento especializado. Dentre 37 países, o Brasil figura na 26ª posição quanto à confiança de encontrar uma oportunidade de emprego em até três meses. Para driblar essa incerteza, as plataformas digitais oferecem inúmeras oportunidades para quem deseja conquistar novas habilidades e se destacar em processos seletivos.

 

Confira a seguir 10 cursos online, totalmente gratuitos e em português, lançados pela – conhecida como a do Vale do Silício – em parceria com o . Há opções em diversas áreas, como marketing digital, desenvolvimento de aplicativos mobile, deep learning e realidade virtual.

 

1) Introdução à Realidade Virtual (duração: 2 semanas)

O curso aborda os principais conceitos da VR (virtual reality), passando por óptica, displays, estereopsia, rastreamento e plataformas de hardware. O aluno irá entender os princípios físicos de realidade virtual e utilizará este conhecimento para criar uma aplicação utilizando a ferramenta de desenvolvimento Unity.

 

2) Teste A/B (duração: 4 semanas)

Os testes A/B são experiências online utilizadas para verificar potenciais melhorias em um site ou aplicativo móvel a partir de duas versões diferentes exibidas a usuários (a original e a nova). O curso explica como realizar esses testes, definir métricas e analisar resultados, a fim de decidir se valerá a pena colocar no ar a mudança proposta com o teste.

 

3) Otimização de Performance de Website (duração: 1 semana)

O curso ensina como otimizar qualquer site para que ele seja rápido. Dentre as principais lições, o aluno aprenderá qual o conjunto de passos que os navegadores devem seguir para converter HTML, CSS e JavaScript em sites, além de explorar ferramentas para medir o desempenho de sites. Também serão abordadas estratégias para entregar os primeiros pixels para a tela o mais cedo possível.

 

4) Imagens Responsivas (duração: 2 semanas)

As imagens representam mais de 60% dos bytes necessários para carregar uma página web. Com este curso, você vai aprender como trabalhar com imagens na web moderna, de modo que suas imagens fiquem ótimas e carreguem rapidamente em qualquer dispositivo. Você também conseguirá desenvolver usando imagens que se adaptam e respondem a diferentes tamanhos de janela de exibição.

 

5) O que é localização (duração: 2 semanas)

Localização significa a tradução e adaptação de um produto ou serviço a um determinado idioma, cultura e mercado geográfico. Portanto, localizar significa mais do que apenas traduzir uma mensagem ou texto: trata-se de personalizar um produto inteiro para seus usuários, independentemente de onde eles estejam situados. O curso ensina os principais conceitos para executar bem esse processo.

 

6) Fundamentos do Design Responsivo para a Web (duração: 2 semanas)

O curso ensina quais são os fundamentos do web design responsivo. Você irá criar sua própria página web responsiva que funciona bem em qualquer dispositivo, como celular, tablet, desktop, etc. Para isso, você aprenderá como criar seu próprio layout responsivo usando media queries do CSS e a tag viewport, além de entender sobre otimização de texto para leitura.

 

7) Deep Learning (duração: 12 semanas)

A aprendizagem profunda (deep learning) é uma tecnologia que tem ganhado cada vez mais destaque no mercado e vem sendo adotada por grandes empresas como Google, Facebook, Amazon e IBM. Entre as principais aplicações, estão pesquisa e comandos por voz, reconhecimento e busca de imagem e ferramentas de tradução automática. O curso ensina como projetar sistemas inteligentes que aprendem a partir de conjuntos de dados complexos e/ou de grande escala. Você também aprenderá como treinar e otimizar redes de base neurais, redes neurais convolucionais e redes longas de memória de curto prazo.

 

8) Otimização de Renderização no Browser (duração: 4 semanas)

Renderizar significa compilar e obter o produto final após um processamento digital qualquer. Os desenvolvedores web precisam construir aplicativos que reagem de forma rápida e renderizam suavemente. No curso, você conhecerá as ferramentas necessárias para analisar aplicativos e descobrir padrões que tornam mais fácil a construção de aplicações de alta performance.

 

9) Android TV e Desenvolvimento Google Cast (duração: 1 semana)

As pessoas passam em média três horas por dia em frente à TV, gerando grandes oportunidades para quem trabalha com tecnologias relacionadas a ela. Com este curso, você aprenderá tudo o sobre o Google Cast e a Android TV — e como usá-los para oferecer aos usuários uma ótima experiência com o seu conteúdo.

 

10) Material Design para Desenvolvedores Android (duração: 4 semanas)

Neste curso, você aprenderá como aplicar os princípios do Material Design — uma linguagem de design desenvolvida pela Google. São ensinados os conceitos básicos do design do Android para que você possa entender como criar e utilizar elementos como superfícies, transições e gráficos na sua aplicação de várias formas.

 

Tecnologia

Jovens ganham mais de R$ 5 mil fazendo lives

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Sabrina Rigueira. Foto: Divulgação

A internet se tornou o grande negócio do século. Com a criação de diferentes plataformas, usuários de todo o mundo conseguem se conectar em tempo real e, inclusive, se tornar celebridades apenas desenvolvendo trabalhos para a big data. É o caso de Karina Guain Mendes e Silva, de 30 anos, que é atriz e cantora. Através de um aplicativo de transmissão ao vivo, o LiveMe, a artista entendeu uma nova forma de difundir seu trabalho em escala global. Fluente em inglês, começou a fazer coversde grandes artistas e apresentar ao vivo para o público, que gostou da ideia. “Eu conheci o LiveMe através de uma amiga. Ela tinha ido à China para um evento e me apresentou o aplicativo”, relata Karina.

Com o trabalho, a jovem deixou de lado os palcos e começou a investir em uma estrutura para suas lives. Em um local de sua casa, em São Paulo, Karina montou uma espécie de estúdio para promover um local mais adequado aos seus vídeos. “Eu sou atriz e cantora, então costumo cantar bastante para os meus seguidores e usar bastante do humor, mas notei que as pessoas gostam mesmo é de conversar, então passo a maior parte do tempo conversando com meus seguidores sobre os mais diversos assuntos, desde assuntos mais sérios como depressão até coisas mais banais como comida”, conta a atriz.

Outra famosa na internet, Sabrina Rigueira era modelo antes de conhecer a plataforma. Com mais de 200 mil seguidores, a paulistana já ganhou mais de R$ 25 mil mensais dedicando seus dias ao aplicativo. “Conheci o LiveMe por uma amiga que havia criado o perfil no aplicativo e estava fazendo lives, ela me contou do quão bacana estava sendo a experiência dela no app e que além de divertido é algo que me geraria dinheiro, não pensei duas vezes e baixei.”, conta a jovem. “Já ganhei de R$ 6 mil a R$ 25 mil em um mês”, diz Sabrina.

Para Ana Claudia Mendes, o LiveMe surgiu em um momento delicado de sua vida. Ela, que trabalhava em uma loja de departamentos e ganhava cerca de R$ 1200 por mês, viu na internet a oportunidade para seguir se sustentar. “Eu moro sozinha, então imagine. Fiquei desempregada de uma hora para outra e precisei me virar. Comecei a fazer lives e ganho cerca de R$ 3 mil. Hoje consigo sustentar minha casa e meus gastos”.

Viagens

Através do aplicativo, Sabrina, Karina e Ana também ganharam alguns prêmios. Sabrina, por exemplo, ganhou viagens e até um iPhone ao dedicar seu tempo ao App. Já Karina, além de fazer do sistema sua principal fonte de renda, viajou à California à convite do LiveMe para participar do Coachella Music Valley, um dos principais eventos de música de todo o mundo. “Foi uma experiência única. Que empresa leva você para curtir um dos maiores festivais do planeta?”. Nos EUA, conferiu shows inesquecíveis como a nova turnê da cantora Ariana Grande.

Ana Claudia, que nunca havia saído do Brasil, foi ainda para mais longe. A influencer foi à Taiwan para participar de uma das maiores festas do LiveMe no país, e conheceu os maiores transmissores de lá. “Foi uma experiência única. Imagina para mim, que nunca tinha viajado para fora do Brasil, ir à Taiwan e chegar como uma celebridade? Foi uma experiência muito gratificante”.

Com proposta inovadora no segmento de lives, o LiveMe conta com mais de 100 milhões de usuários no mundo e está presente em mais de 85 países. Por este motivo, Karina conta que se relaciona com pessoas do mundo inteiro. “Ter inglês fluente é um diferencial, mas conheço muitos transmissores que não falavam muito bem o idioma e usaram o app para melhorar sua conversa e dicção”.

Sobre o LiveMe

Disponível para download em dispositivos Android e iOS, o LiveMe é um dos apps mais importantes de mídia social nos Estados Unidos, China e Taiwan. Criado em 2016, o aplicativo conta com mais de 150 milhões de downloads no mundo e gera cerca de 190 mil minutos de conteúdo ao vivo todos os dias.

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Tecnologia

Fidi reduz 15% dos custos com armazenamento de exames na nuvem da Amazon

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A instituição, que realiza 5 milhões de exames de imagem por ano, também ganhou eficiência e rapidez

Com o objetivo de armazenar imagens de exames de seus pacientes de maneira segura, a Fundação Instituto de Pesquisa e Estudo de Diagnóstico por Imagem (FIDI) – responsável por gerir sistemas de diagnóstico por imagem na rede pública de saúde – é hoje um cliente no Brasil de grande demanda de serviços em nuvem da Amazon Web Services (AWS), uma empresa da Amazon.com (NASDAQ: AMZN), utilizando um espaço de 600 terabytes para o armazenamento de exames de imagem e laudos. A instituição realiza cinco milhões de exames de imagem por ano – ressonância magnética, tomografia computadorizada, ultrassonografia, mamografia, raios-X, hemodinâmica e densitometria óssea.

Ao utilizar os serviços e infraestrutura em nuvem da AWS, a FIDI melhorou a gestão das informações e a velocidade de recuperação das imagens, além de ter diminuído suas despesas operacionais. “Reduzimos os custos de armazenamento em 15%, evitando renovação do parque e incremento de disco por meio do uso da Amazon S3. Além disso, notamos um aumento no desempenho de 10% em relação a antiga arquitetura, usando o Amazon S3 e a AWS Direct Connect”, relata Hélio Ajzen, superintendente de Infraestrutura da FIDI.

O uso de serviços em nuvem AWS permite crescimento do negócio da Fundação. “A FIDI escolheu a Amazon Web Services por ser referência global de provedor em serviços de nuvem no mundo, por fornecer os melhores recursos para nossas necessidades específicas e pelo apoio da sua equipe de web services”, ressalta Hélio.

A escalabilidade e proteção dos dados aliado à redução de custos foi um dos grandes desafios da FIDI, que conta anualmente com uma média de atendimento de cinco milhões de exames. “Uma das principais adversidades desse trabalho era a necessidade de armazenamento seguro em larga escala maximizando os recursos. Armazenar o histórico dos pacientes de forma segura, permanente e escalável era um desafio, pois a FIDI dependia de uma solução baseada em disco de envelhecimento”, conta o superintendente.

Atualmente, a FIDI utiliza o Amazon Elastic Compute Cloud (Amazon EC2) para hospedar sua plataforma web de acesso as imagens e laudos para os pacientes; o serviço Amazon Simple Storage Service (Amazon S3) para armazenamento de mais de 600 terabytes de dados e imagens e a AWS Direct Connect para conexão segura, dedicada entre o seu principal centro de dados e o AWS Cloud.

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Tecnologia

Como os algoritmos do Google impactam seus negócios

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Métricas funcionam para que o usuário tenha a melhor experiência enquanto navega na internet

Jundiaí, maio de 2019 – O é um dos principais sites de busca do mundo; se tornou sinônimo de enciclopédia e dicionário, daqueles que as pessoas utilizavam nas pesquisas em bibliotecas. Para que os termos buscados sejam encontrados, a plataforma utiliza de algoritmos em programas de computador, que procuram por sites que respondam com efetividade as regras criadas em seu mecanismo de busca, para assim poder classificar quais deles “merecem” estar na primeira página e nas primeiras posições.

Para o Gestor e Diretor Técnico da Blob Web, Rívero Felipe Lopes, ninguém sabe exatamente como os algoritmos do Google funcionam. “A empresa guarda esta informação a sete chaves, mas sabemos que hoje ela foca na experiência do usuário em multiplataformas. O Google determina uma série de parâmetros que devem ser seguidos para alcançar os melhores resultados, que são metrificados por meio de um check list, garantindo que o conteúdo entregue aos usuários seja confiável e de qualidade”.

Constantemente há atualizações internas para que as pessoas encontrem o que pesquisam de forma mais rápida e efetiva. “Na última atualização o Google valorizou sites mais rápidos, flexíveis e com certificado SSL, o famoso cadeado verde perto da barra de endereço; essas modificações normalmente não têm muita periodicidade, às vezes há várias atualizações em um mês e, no outro, nenhuma; por isso é preciso estar sempre atento às alterações e acompanhar constantemente as mudanças”.

Como esses algoritmos impactam os sites?

De acordo com Rívero, eles são determinantes para o bom posicionamento do link. “Não seguir à risca as determinações feitas pelos mecanismos de busca faz com que os algoritmos não entreguem o site na hora da pesquisa. Ele prioriza as entregas de páginas mais leves e isso faz com que as pessoas consumam menos ‘dados de internet’; assim perdem menos tempo esperando e passam um maior período conectadas consumido mais conteúdo”.

Com as mudanças e as atualizações feitas pelas empresas, o ranqueamento delas muda. “Os links que aparecem nas primeiras colocações são sempre os que mais atendem às métricas, entregam o melhor conteúdo e se preocupam em oferecer uma melhor experiência para o usuário. Enquanto os sites com uma programação pesada, URLS confusas, baixo conteúdo e não responsivos não garantem um bom posicionamento”, concluiu.

Por isso, Rívero alerta sobre a importância de os responsáveis pelos sites estarem sempre atentos aos serviços. “O importante é constantemente focar no em quem irá consumir o material final; pensar como as informações da sua empresa chegam ao usuário final, a qualidade, o tempo dos carregamentos das páginas, o caminho até o contato com a sua marca e com o conteúdo entregue. Mas não adianta focar 100% no Google, o importante mesmo é seu consumidor/usuário e se a experiência dele dentro do seu site está alinhada ao que ele espera da sua marca”.

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