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Alê Youssef lança livro “Baixo Augusta: a cidade é nossa”

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Com prefácio escrito por , tipologia de Rita Wainer e fotos de Frâncio de Holanda, livro traz um panorama sobre a transformação cultural de uma das regiões mais icônicas de São Paulo

 

 

São Paulo, fevereiro de 2019 – No dia 21 de fevereiro, quinta-feira, acontece o lançamento do livro “Baixo Augusta: a cidade é nossa”, escrito por Alê Youssef. Secretário de Cultura da Prefeitura de São Paulo, Mestre em filosofia, advogado e produtor cultural, Alê Youssef encarou o desafio de mergulhar na história do bairro que atraiu uma série de manifestações artísticas e comportamentais que geraram uma diversidade especial e um ambiente rico para impulsionar a arte, a cultura, o ativismo e o empreendedorismo da maior cidade do hemisfério sul. O evento acontece na Casa do Baixo Augusta, a partir das 19h.

Alê Youssef decidiu navegar pela história de uma importante região central que também está, intrinsecamente, conectada a sua trajetória. A expressão “Baixo Augusta” começou a ser usada com frequência em 2008, ano que marca a explosão da diversidade da região e o funcionamento das mais importantes casas noturnas. Um ano depois, surgiu o Acadêmicos do Baixo Augusta, bloco carnavalesco do qual é um dos fundadores, e que está completando 10 anos neste Carnaval. O Bloco foi o primeiro movimento social que usou o nome tal qual ele ficou conhecido, e capitaneou a retomada do carnaval de rua paulistano, reunindo mais de 1 milhão de foliões no desfile oficial de 2018.

No prefácio escrito por Marcelo Tas, o jornalista aponta a difícil tarefa abraçada fielmente pelo autor: “As décadas mutantes da rua Augusta, da boemia-prostituição-neon ao mix comércio-de-rua-carrões-importados com o reduto democrático-underground-carnavalesco atual, passando pelo rock’n’roll-milkshake-motorsport da Jovem Guarda, são um desafio robusto para qualquer historiador”.

Ao longo de 144 páginas, Alê Youssef reforça a importância de diversos movimentos protagonizados pela juventude paulistana, da Jovem Guarda à efervescência de festas dos anos 2000 que conviviam com a ilegalidade e a diversidade de um ambiente underground e tão livre, passando também pela cena teatral da Praça Roosevelt. Impulsionados pelo ambiente artístico e noturno, começam a surgir pequenos empreendimentos feitos por e para jovens, como lojas colaborativas, marcas de novos estilistas, tatuadores e restaurantes.

“A região do Baixo Augusta foi e permanece sendo palco de uma batalha colorida e criativa pelo direito à cidade em uma megalópole geralmente cinza e opressora. Ela desafia as concepções mais engessadas da cidade para assim influenciar na própria identidade de São Paulo. Essa concepção da relação entre a arte com a vida urbana também sempre esteve interligada as minhas experiências culturais”, declara Alê Youssef.

“Baixo Augusta: a cidade é nossa” conta a luta pelo direito à cidade, combustível que garante o movimento da engrenagem de criação e manutenção das manifestações culturais e da ocupação dos espaços públicos. A região serviu de palco para movimentos sociais que explodiram, reivindicando o direito de ocupação e pertencimento da cidade, entre eles, “Existe amor em SP”, “Parque Augusta” o “Parque Minhocão” e muitos outros coletivos que utilizam a Praça Roosevelt como espaço de diálogo e deliberação de suas ações políticas.

Publicado pela editora Letramento, a capa do livro foi feita pelo fotógrafo Davi Pacheco com uma imagem histórica do desfile do Bloco Acadêmicos do Baixo Augusta de 2017, já próximo à Praça Roosevelt, com o trio elétrico cercado por milhares de foliões. No alto, o registro da empena, tradicionalmente, revelada durante o desfile, feita pela artista Rita Wainer, também responsável pela tipologia da capa do livro.

O lançamento do livro faz parte das comemorações de 10 anos do Bloco Acadêmicos do Baixo Augusta e traz mais de 40 imagens de momentos marcantes. Essas fotografias e muitas outras estarão na exposição “Apavora, mas não Assusta”, de Frâncio de Holanda, fotógrafo e um dos fundadores do Bloco, em cartaz na Casa Baixo Augusta, a partir do dia 21 de fevereiro. Ao longo desse mês de fevereiro, acontece o Festival Baixo Augusta, com uma programação de ensaios e festas em parceria com alguns dos blocos mais atuantes da cidade.

 

Lançamento do livro “Baixo Augusta: a cidade é nossa”, de Alê Youssef

Data: 21 de fevereiro, quinta-feira, a partir das 19h.

Local: R. Rêgo Freitas, 553 – República

“Baixo Augusta: a cidade é nossa”, de Alê Youssef

Diretor Editorial: Gustavo Abreu

Diretor Administrativo: Júnior Gaudereto

Diretor Financeiro: Cláudio Macedo

Logística: Vinícius Santiago

Assistente Editorial: Laura Brand

Preparação e Revisão: Lorena Camilo

Projeto Gráfico e Diagramação: Luís Otávio

Foto da 1ª Capa: Davi Pacheco

Foto da 4ª Capa: Frâncio de Holanda

Tipologia da Capa: Rita Wainer

Verso da Capa – Artes dos Cartazes do Studio SP: Julia Miranda

Fotos do Miolo: Frâncio de Holanda

Editora: Letramento

Livros

Livro: Os 7 caminhos para criar uma poderosa força de vendas humana, surpreende o mercado de consumo

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Com experiências, em território nacional e internacional, Edílson Lopes e José Luiz Tejon revelam na obra lições úteis, desde aspectos mais técnicos até características mais “humanas”

Líderes inspiram e são inspirados, pensando nisso, Edílson Lopes e José Luiz Tejon escreveram Os 7 caminhos para criar uma poderosa força de vendas humana, dedicado aos líderes de vendas, os que desenvolvem a autoliderança, e que se guiarão pelos valores éticos do longo prazo, fazendo-os presentes nos meios para obter resultados também a curtíssimo prazo.

A obra apresenta úteis lições que abordam desde aspectos mais técnicos, como métricas, metas, relatórios e uso de novas tecnologias, até características mais “humanas”, como encorajamento, relacionamento entre o líder e membros da equipe. Tudo é importante na hora de entender o cliente e extrair o máximo potencial para a efetivação da venda. Para isso é necessário que o líder, o vendedor, esteja preparado para o mundo lá fora, ou seja, para o mar pleno de fatores incontroláveis.

O mercado de gestão em vendas exige uma evolução extraordinária, sendo assim, requer que seus mentores aprendam mais sobre os fatores do comportamento humano, dos desejos, sonhos, angústias e motivações distintas que regem as pessoas, tanto na ótica do treinamento dos vendedores quanto na atitude de gestor. É preciso agir como um investigador, estudando a concorrência e o que é falado nos bastidores dos clientes. Ou seja, a relação ao quadro humano de vendas que você precisará construir, orientar, motivar e perseguir, transformando tudo em resultados nunca antes alcançados.


Alguns temas presentes no livro:
-Alavanca;
-Mensuração;
-Encorajamento;
-Realização;
-Inclusão;
-Criação;
-Arrebatamento.

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5 lições que aprendi depois de ser pai

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Por Rabino Dor Leon Attar

1. Não existe manual
Para tirar a Carteira Nacional de Habilitação (CNH), que permite andar de carro nas ruas da cidade, é preciso passar por curso teórico e depois um prático, aguentar a burocracia até que seja possível tirar a habilitação.
Mas, para ser pai, não existe curso. Qualquer um pode ser pai, o segundo papel mais importante (depois da mãe) para criar um ser humano contribuinte para o futuro da humanidade.
Será que é para qualquer um? Quando eu me tornei pai, além de rezar muito para não estragar a vida dessa criatura tão frágil que é 100% dependente, aprendi que a única coisa que preciso é tentar ser o melhor homem que posso ser, minha melhor versão, isso inclui um pai de exemplo.
Dizem que com o primeiro filho você comete todos os erros… não é verdade: até o sétimo filho já dá para pegar o jeito!
Não existe manual, mas muitas opiniões e dicas de como você deve ser como pai e do que o seu filho precisa. Não esquenta, trabalhe em si mesmo para ser uma pessoa melhor.

2. Amor incondicional
Quando eu era mais jovem, pensava que os filmes de Hollywood e a vida das novelas era um relato da vida real do que todos queriam ter: a paixão e a vida romântica… Até que, além de crescer e amadurecer, vi o amor de outra maneira.
Estive atrás daquela sensação do mundo das fantasias, até ter o meu primeiro filho. E, de repente, veio um sentimento que nunca tive antes: assustador e uma alegria que não cabe no corpo.
Uma vez escutei que ter um filho é colocar seu coração fora de você no corpo de outro, que é parte de você, como resultado de uma união.
De uma hora para a outra, sua vida não tem o mesmo valor.
É um amor verdadeiro que não surge de ação ou de qualquer coisa exterior, mas que parte da sua própria essência, é incondicional!

3. Pai exemplo x Pai chefe
Eu comecei minha vida profissional cerca de dez anos antes de virar pai, tanto em formação como em empreendedorismo, e você sempre aprende que para ter sucesso existem duas opções: ser líder ou ser chefe. E todos estão de acordo que o líder é melhor do que o chefe.
O mundo precisa de líderes que fazem você querer ser melhor e te inspirar a fazer a tarefa que necessita ser feita! E ser pai não tem diferença nenhuma!
Meus filhos olham para mim e observam tudo! Não só a forma como falo e o que falo, mas o que faço e como me comporto.
Conhece o ditado “faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço”? Ele exemplifica a diferença entre um líder e um chefe – e seus filhos sempre farão aquilo que você faz! E, no caso de seus atos não combinarem com sua fala, o fracasso está garantido!

4. Ser criança
Todos nós temos preocupações, algumas grandes e outras pequenas, umas deixam a pessoa acordada a noite, outras são capazes de fazê-la adoecer.
Mas, você já viu uma criança preocupada? Alguém já viu uma criança perdendo sono por problemas que tem que resolver no dia seguinte? Quando acontece esse momento em que uma criança vira um adulto chato e mal-humorado? Ou por que isso acontece? E, mais, para que isso tem que acontecer? Por que não podemos manter o espirito de criança sabendo que tem alguém que cuida de nós e que amanhã é um novo dia e o ontem não existe mais?
Ser criança não significa ser infantil, mas manter a atitude de inovação e renovação todo dia e a cada instante!

5. Minha mãe tinha razão
Lembro que na adolescência, eu, como qualquer outro adolescente, achava que meus pais não entendiam e não sabiam o que era ser eu. Ser adolescente é acreditar que você sabe o que é melhor parar si mesmo, mais do que qualquer outra pessoa!
Mas, virei pai. Tudo que imaginei saber, ou pensei que seria diferente, acabei fazendo igual aos meus pais. Por que? Porque minha mãe tinha razão!
Uma coisa aprendi em negócios: quando você se encontra num dilema moral, ético ou até uma proposta, pergunte para si mesmo: “Será que eu preciso esconder isso da minha mãe? Ou vou ter orgulho a contar para ela?”.
De acordo com a reposta você saberá como agir.

Sobre o Rabino Dor Leon Attar
Nascido em Israel, R. Dor Leon Attar é sargento da reserva da Força de Defesa Israelense, é empresário investidor em várias áreas de atuação. É também escritor do livro O segredo da prosperidade judaica (Literare Books International), além de formado em acupuntura Coreana e medicina chinesa.
R. Dor Leon é um palestrante transformador, pois realiza diversos eventos em todo Brasil tendo como assunto central temas unicamente relativos ao judaísmo e Mentalidade Positiva Judaica, assuntos nos quais R. Dor Leon é treinador especialista e tem ajudado centenas de milhares de pessoas em todo o Brasil a conhecerem profundamente o verdadeiro judaísmo e a transformarem suas vidas.
Residente no Brasil há mais de dez anos, tendo já obtido a cidadania brasileira, fundador da Associação Judaísmo em Ação (AJA – judaísmo), que tem por finalidade de promover a verdade sobre o judaísmo e a sabedoria milenar judaica.

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Síndrome do Amor

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DIA DE CONSCIENTIZAÇÃO SOBRE A SÍNDROME DE EDWARDS (T18) TEVE EVENTOS EM VÁRIAS CIDADES DO BRASIL E CHEGA A SÃO PAULO DIA 08 DE JUNHO

Pelo segundo ano consecutivo famílias atuam para informar e sensibilizar sobre a segunda condição genética que mais ocorre no país e ainda é pouco conhecida pelos profissionais de saúde.

Em janeiro de 2017, através de lei estadual em São Paulo, 06 de maio passou a ser o “Dia de Conscientização sobre a Síndrome de Edwards (T18).
O termo, utilizado pelos médicos “Incompatível pela Vida”  motivou o movimento T18 BRASIL que tem como slogan “Todos os Amores são Perfeitos”.

A escolha da data se deu por ser o dia em que nasceu Thales Castelo Branco e Cassiano, em Ribeirão Preto-SP com um cromossomo a mais no par 18, o que configura a Síndrome de Edwards (T18). Com o intuito de informar e formar uma grande rede entre famílias, sua mãe, Marilia Castelo Branco fundou a Associação Síndrome do Amor que acompanha , há 11 anos, mais de 900 casos da síndrome em todo o Brasil e 7 países. “Thales trouxe luz à Síndrome de Edwards no Brasil e precisávamos de uma data especial para falar sobre ela na nossa língua, dentro da nossa realidade.” diz Marília.

Dia 08 de junho, a Câmara Municipal de São Paulo receberá a autora do livro “Todos os Amores são Perfeitos – Relatos sobre a Síndrome de Edwards (T18)” , a jornalista Marília Dovigues e a fundadora da Associação Síndrome do Amor, Marília Castelo Branco  para uma roda de conversa a convite do vereador Eliseu Gabriel.

No mesmo dia ficarão expostas fotos de 16 crianças, jovens e adultos que vivem com a síndrome ainda considerada “Incompatível com a Vida” pela Medicina.

“Os eventos têm como objetivo informar,  sensibilizar a sociedade e os profissionais de saúde que ainda se baseiam em artigos científicos desatualizados e nos abordam com a frase devastadora: Seu filho tem uma doença Incompatível com a vida “ explica Rita Pralom coordenadora do movimento, mãe de Maria Letícia, 10 anos, que tem a T18.

Evento: Lançamento do livro “Todos os Amores são Perfeitos – Relatos sobre a Síndrome de Edwards” e roda de conversa
Data: 08 de junho
Horário: 14h00
Local: Câmara Municipal de São Paulo, Viaduto Jacareí, 100  São Paulo-SP

Associação Síndrome do Amor
Grupo de Apoio à Famílias de Crianças com Síndromes Genéticas Severas
Entidade sem fins lucrativos fundada em 2007 em Ribeirão Preto-SP
Acompanha 1667 famílias em todo o Brasil e 7 países
sindromedoamor.com.br
sindromedoamor@gmail.com

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