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Casas Container e você

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Casas e você

O que as pessoas não entendem sobre casas de container

Então, você está pensando em comprar uma contêiner ou até mesmo construir sua própria a partir de contêineres reaproveitados. Isso é fantástico!

Porém, primeiro vamos nos livrar de alguns desses equívocos que você vê na internet.

Equívocos sobre Casa Contêiner:

É muito pequena!

  • Sim, uma casa contêiner pode ser pequena e alguns de nós estão procurando uma casa como essa. Nós não queremos 280 metros quadrados. E as vezes nem mesmo queremos 30 metros quadrados.

Você não pode construir sobre isso!

  • Isso é um grande equívoco. As casas contêineres são feitas a partir dos contêineres retangulares de que o mundo depende para enviar itens. Se você já viu imagens de estaleiros ou pátios de carga, notará as pilhas de contêineres, uma sobre a outra. E você também pode fazer isso. Quer você esteja construindo a casa sozinho ou pagando um empreiteiro, pode interliga-los ou empilhar. Os contêineres podem ser conectados e reforçados, para que você possa ter a casa que deseja.

Não há como isolar!

  • Este sempre me pareceu bizarro. Você pode isolar termicamente qualquer coisa. É verdade que você perderá espaço na sua casa contêiner se colocar três polegadas de isolamento térmico em todas as paredes. Mas você não precisa fazer isso. Especialmente se você vai viver em uma zona temperada. As empresas de isolamento térmico têm desenvolvido um isolamento de camada fina e spray que efetivamente – e economicamente – ajuda a climatizar sua casa.

Limitação com a eletricidade!

  • Ok, não estamos no ano de 1800, e não estamos esfregando varas para acender o fogo aqui. Somos uma sociedade com tecnologia em rápida evolução que nos permite viver fora da rede, se quisermos. Você não precisa estar perto de uma fonte de energia para obter eletricidade. Há outras alternativas interessantes. A energia solar percorreu um longo caminho desde suas origens e pode-se instalar baterias de alta potência para armazenar energia em um dia literalmente chuvoso.
  • Se alguém tentar argumentar que você não pode conectar seu contêiner corretamente, mostre a foto de uma casa de bonecas. Quando perguntarem porquê, explique a eles que, se alguém pode passar fio por uma casa de bonecas para que todas as luzes e tomadas da casa miniatura funcionem, você tem certeza de que um eletricista licenciado pode fazer o mesmo e usar fio para fazer funcionar sua televisão e seu abajur.

Por que uma casa feita de contêineres é uma boa ideia?

Comprar uma casa pré-fabricada de contêineres, ou comprar as matérias-primas e fazer isso sozinho, é uma ideia fantástica. Você está sendo ecologicamente correto com o planeta e está ocupando menos espaço. Você sabe que não precisa de muitos metros quadrados para ser feliz.

Econtainersmod.com

Como a casa container é pequena, você usará menos dinheiro para manutenção e para serviços básicos. Segundo Renato Franchi, arquiteto da econtainersmod.com, a moda de vida minimalista, praticidade para viajar e cuidar da casa, e baixo custo de construção estão na moda entre os casais mais jovens. Você pode ter sua construção por um preço justo, e pode economizar uma quantia incrível com isso. Lembre-se, sua nova casa container é feita de aço, e o aço é mais resistente.

Espero que tenha esclarecido alguns equívocos comuns sobre casas contêineres e que você consiga fazer o que for certo para você.

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4 Comentários

4 Comments

  1. nâng mũi

    16 de fevereiro de 2019 em 00:47

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  2. utorrentz

    16 de fevereiro de 2019 em 01:05

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Livros

Alê Youssef lança livro “Baixo Augusta: a cidade é nossa”

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Com prefácio escrito por Marcelo Tas, tipologia de Rita Wainer e fotos de Frâncio de Holanda, livro traz um panorama sobre a transformação cultural de uma das regiões mais icônicas de São Paulo

 

 

São Paulo, fevereiro de 2019 – No dia 21 de fevereiro, quinta-feira, acontece o lançamento do livro “Baixo Augusta: a cidade é nossa”, escrito por Alê Youssef. Secretário de Cultura da Prefeitura de São Paulo, Mestre em filosofia, advogado e produtor cultural, Alê Youssef encarou o desafio de mergulhar na história do bairro que atraiu uma série de manifestações artísticas e comportamentais que geraram uma diversidade especial e um ambiente rico para impulsionar a arte, a cultura, o ativismo e o empreendedorismo da maior cidade do hemisfério sul. O evento acontece na do Baixo Augusta, a partir das 19h.

Alê Youssef decidiu navegar pela história de uma importante região central que também está, intrinsecamente, conectada a sua trajetória. A expressão “Baixo Augusta” começou a ser usada com frequência em 2008, ano que marca a explosão da diversidade da região e o funcionamento das mais importantes casas noturnas. Um ano depois, surgiu o Acadêmicos do Baixo Augusta, bloco carnavalesco do qual é um dos fundadores, e que está completando 10 anos neste Carnaval. O Bloco foi o primeiro movimento social que usou o nome tal qual ele ficou conhecido, e capitaneou a retomada do carnaval de rua paulistano, reunindo mais de 1 milhão de foliões no desfile oficial de 2018.

No prefácio escrito por Marcelo Tas, o jornalista aponta a difícil tarefa abraçada fielmente pelo autor: “As décadas mutantes da rua Augusta, da boemia-prostituição-neon ao mix comércio-de-rua-carrões-importados com o reduto democrático-underground-carnavalesco atual, passando pelo rock’n’roll-milkshake-motorsport da Jovem Guarda, são um desafio robusto para qualquer historiador”.

Ao longo de 144 páginas, Alê Youssef reforça a importância de diversos movimentos protagonizados pela juventude paulistana, da Jovem Guarda à efervescência de festas dos anos 2000 que conviviam com a ilegalidade e a diversidade de um ambiente underground e tão livre, passando também pela cena teatral da Praça Roosevelt. Impulsionados pelo ambiente artístico e noturno, começam a surgir pequenos empreendimentos feitos por e para jovens, como lojas colaborativas, marcas de novos estilistas, tatuadores e restaurantes.

“A região do Baixo Augusta foi e permanece sendo palco de uma batalha colorida e criativa pelo direito à cidade em uma megalópole geralmente cinza e opressora. Ela desafia as concepções mais engessadas da cidade para assim influenciar na própria identidade de São Paulo. Essa concepção da relação entre a arte com a vida urbana também sempre esteve interligada as minhas experiências culturais”, declara Alê Youssef.

“Baixo Augusta: a cidade é nossa” conta a luta pelo direito à cidade, combustível que garante o movimento da engrenagem de criação e manutenção das manifestações culturais e da ocupação dos espaços públicos. A região serviu de palco para movimentos sociais que explodiram, reivindicando o direito de ocupação e pertencimento da cidade, entre eles, “Existe amor em SP”, “Parque Augusta” o “Parque Minhocão” e muitos outros coletivos que utilizam a Praça Roosevelt como espaço de diálogo e deliberação de suas ações políticas.

Publicado pela editora Letramento, a capa do livro foi feita pelo fotógrafo Davi Pacheco com uma imagem histórica do desfile do Bloco Acadêmicos do Baixo Augusta de 2017, já próximo à Praça Roosevelt, com o trio elétrico cercado por milhares de foliões. No alto, o registro da empena, tradicionalmente, revelada durante o desfile, feita pela artista Rita Wainer, também responsável pela tipologia da capa do livro.

O lançamento do livro faz parte das comemorações de 10 anos do Bloco Acadêmicos do Baixo Augusta e traz mais de 40 imagens de momentos marcantes. Essas fotografias e muitas outras estarão na exposição “Apavora, mas não Assusta”, de Frâncio de Holanda, fotógrafo e um dos fundadores do Bloco, em cartaz na Casa Baixo Augusta, a partir do dia 21 de fevereiro. Ao longo desse mês de fevereiro, acontece o Festival Baixo Augusta, com uma programação de ensaios e festas em parceria com alguns dos blocos mais atuantes da cidade.

 

Lançamento do livro “Baixo Augusta: a cidade é nossa”, de Alê Youssef

Data: 21 de fevereiro, quinta-feira, a partir das 19h.

Local: R. Rêgo Freitas, 553 – República

“Baixo Augusta: a cidade é nossa”, de Alê Youssef

Diretor Editorial: Gustavo Abreu

Diretor Administrativo: Júnior Gaudereto

Diretor Financeiro: Cláudio Macedo

Logística: Vinícius Santiago

Assistente Editorial: Laura Brand

Preparação e Revisão: Lorena Camilo

Projeto Gráfico e Diagramação: Luís Otávio

Foto da 1ª Capa: Davi Pacheco

Foto da 4ª Capa: Frâncio de Holanda

Tipologia da Capa: Rita Wainer

Verso da Capa – Artes dos Cartazes do Studio SP: Julia Miranda

Fotos do Miolo: Frâncio de Holanda

Editora: Letramento

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Pets

Dia Mundial do Gato: dicas e cuidados para quem quer ter um felino como bicho de estimação

Publicado

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         *Por René Rodrigues Júnior

 

Comemorado no dia 17 de fevereiro, o Dia Mundial do Gato foi criado com o objetivo de promover uma campanha contra os maus tratos de felinos. De acordo com um levantamento realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em parceria com a Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet), o país tem aproximadamente 22,1 milhões de gatos nos lares brasileiros.

 

Com o rápido desenvolvimento das cidades, as casas e apartamentos estão sendo construídos com metragens cada vez menores. Com isso, muitas pessoas que desejam ter um animal de estimação acabam optando pelo gato, que é considerado um animal mais tranquilo e que se adapta facilmente em pequenos locais. Porém, muitos acabam adquirindo um gato sem planejamento, até mesmo por conta do pensamento de que eles se viram sozinhos. É preciso preparar o lar para receber esse felino, além de conhecer as necessidades da espécie.

 

Uma das principais características do gato que é importante entender, é seu instinto de caçador, e a necessidade de repor as energias. Por isso, respeitar a hora de descanso do bichano é fundamental, já que ele chega a dormir uma média de 16h por dia. Além disso, ele é um animal territorial, ou seja, não faz questão de muita companhia e defende o local onde habita.

 

Para ter um gato feliz, é preciso realizar algumas adaptações na ou apartamento para que ela seja a mais atrativa possível para ele. Gato não é como cachorro, onde você joga um brinquedo e ele sai correndo para buscar, ou até mesmo que precise sair na rua para passear. Bastam 15 minutos de distração e brincadeiras para que o animal se dê por satisfeito.

 

Uma dica importante é com relação ao alimento, onde as pessoas costumam deixar disponível em potinhos pela casa. Porém, como o gato tem um instinto de caçador, é interessante criar uma certa dificuldade para que ele se alimente. O uso de comedouros inteligentes para gatos pode ajudar nessa questão e ainda ajuda na manutenção do peso.

 

Para aqueles gatos que são criados mais soltos, que transitam pela casa e pela rua, é importante ficar atento, pois podem acabar brigando com outros animais. O problema disso é que eles podem contrair alguma doença infectocontagiosa como a FIV (Aids felina) e a leucemia. Além disso, o gato pode trazer para dentro de casa ectoparasitas como as pulgas e carrapatos e acabar transmitindo algum tipo de zoonose para os seres humanos.

 

Um dos maiores tabus que envolvem os gatos é com relação ao medo da água, já que são conhecidos por não gostarem. Na verdade, os bichamos gostam de água, o que eles não gostam é de beber água. Para isso existe bebedouros estilo “fonte” que devido ao movimento da água estimula seu consumo.

 

Aproveite cada minuto ao lado do seu gato, pois ele é capaz de proporcionar momentos de pura alegria e tranquilidade. Cuide bem do seu amigo!

 

 

* René Rodrigues Júnior é médico veterinário da Magnus, fabricante de alimentos para cães e gatos

 

 

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Beleza

Musa Fitness e Digital Influencer Tati Lobão é a nova sensação da Web

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Muito se engana quem pensa que Tatiana Quintas Lobão, é apenas mais um rostinho lindo em um corpão sarado, a bela é também do tipo de pessoa que podemos chamar de polivalente. Entre as tarefas que executa, estão as atividades de digital influencer, apresentadora, locutora, administradora, youtuber e musa fitness, que por sinal possui milhares de seguidores no Brasil e em todo o mundo.

Residente atualmente em São Luís do Maranhão onde a família mantém uma forte tradição política, Tati é neta do ex governador do estado e senador da República Edison Lobão e filha do Lobão Filho, um empresário atuante em diversos segmentos e também ex senador da república. Entre suas empresas, é proprietário do Sistema Difusora de Televisão, filiado ao SBT.

Desde a infância é carinhosamente chamada por Tati, é apresentadora do Programa Algo Mais, há exatos dezoito anos no ar, onde apresenta um dos quadros de maior sucesso e audiência da televisão maranhense, o ‘FitbyTati’ e também comanda um programa diário na Rádio Nova FM, onde se encontrou como locutora e produtora.

Porém onde Tati vem chamando cada vez mais atenção é como influencer digital, que com o seu carisma e espontaneidade, tem atraído a cada dia que passa um maior numero de seguidores e aliados, que faz dela um ícone fitness em todo o Brasil, os quais acompanham seus looks e dicas que ela adora dividir com todos. Aproveitando disso, montou recentemente seu próprio empreendimento do ramo fitness onde se firmou como uma empresária pioneira no Maranhão com um conceito único é próprio.

Amiga de inúmeras celebridades brasileiras, dentre elas Juju Salimeni, Wesley Safadão, Léo Santana, Xand Avião e Ivete Sangalo, Tati mantém uma agenda atribulada de viagens, eventos, e ainda assim consegue conciliar com sucesso a vida pessoal com a profissional.

Com formação em 4 escolas de inglês, morou na Suíça onde se formou em francês pela escola Suíça Brillamont e possui em seu currículo inúmeros cursos em sua área de graduação.

“Vencer desafios é o combustível dos fortes”, com esta frase Tati se resume.

Crédito das Fotos: Vinicius Moreira / RZ Assessoria

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