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COM VOCAIS DE JUNIOR LIMA, MANIMAL LANÇA NOVA FAIXA INTITULADA “LIKE HOME”

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Single está disponível em todas as plataformas digitais a partir do dia 15/03

Quem nunca se sentiu sozinho, precisando daquela pessoa que estendesse a mão para que você se sentisse seguro e, quando finalmente acontece, sente que tudo dará certo? “Like Home”, nova música do , traz essa sensação, desde as primeiras notas. Uma história que é narrada em primeira pessoa, cheia de mensagens de esperança.

“Como em casa”, em tradução livre, é como o duo se sente neste momento da carreira. A música foi composta e produzida em parceria com Santti, projeto de Lucas Lorenzetti e retrata o conforto que se sente quando se está ao lado de quem te faz não se sentir sozinho, sentir-se em casa!

A mistura das batidas com a guitarra no início da música prepara para o que vem adiante: um refrão cheio de energia, progredindo rumo ao topo, realmente passando a mensagem de que está se está subindo, se levantando. Logo, você se sente tão em casa que adere ao coro, usando sua voz junto. O piano, marcando com notas e acordes, também entra e cria a expectativa da explosão final da música, num total êxtase e realização.

“A ideia é que as pessoas realmente se sintam inspiradas a estender a mão à pessoa ao lado, que não se sintam sozinhas. É bom demais quando estamos acolhidos, em casa” diz , que mais uma vez dá voz à música do Manimal. “A parceria com o Santti foi muito boa. A produção da faixa foi algo incrível e o resultado está aí, pra todos curtirem muito.”, complementa Julio Torres.

SOBRE MANIMAL

Manimal surgiu através do projeto Collab, em que Junior Lima e Julio Torres registraram durante 1 ano o seu processo criativo musical numa espécie de making of através de um canal do Youtube. O Collab acabou se transformando em um espaço cheio de experimentações, onde os dois produziram diversos sons voltados para a pista de dança. Em Manimal, toda essa experiência se volta para um projeto exclusivamente autoral e fruto de uma visão artística moderna. Unindo instrumentos musicais tradicionais com o que existe de mais atual da música eletrônica, a dupla dá forma a sonoridade única do projeto.

Instigantemente e misteriosamente associando o homem ao seu animal interior, o nome Manimal é o resultado provocante, visual e musical, do projeto. Com influências do rock, funk/disco music dos anos 70 e 80 e também da house music, que ganham vida nas mãos de Junior e sua guitarra, um verdadeiro convite para a essência lúdica dessa associação através de bases e timbres poderosos alinhados por uma cadência rítmica madura, profunda e progressiva de Julio Torres.

PARA MAIS INFORMAÇÕES:

Instagram: www.instagram.com/manimaloficial

Facebook: www.facebook.com/manimaloficial

YouTube: www.youtube.com/manimaloficial

Spotify: bit.ly/mnmlspotify

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Música

Netflix apresenta… Homecoming: A Film by Beyoncé

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Hoje, a Netflix lançou Homecoming: A Film by Beyoncé, que apresenta um olhar intimista de sua performance histórica no Coachella em 2018, que homenageou as faculdades e universidades historicamente negras dos Estados Unidos (HBCUs). Intercalado com gravações e entrevistas detalhando a preparação e a forte determinação que há por trás de sua visão, Homecoming permite ao telespectador dar uma espiada na preparação e sacrifícios emocionais necessários para conceituar e executar uma performance dessa magnitude e que se tornou um movimento cultural. Essa produção Netflix já está disponível globalmente.

Como a primeira mulher negra a ser headline do Coachella, Homecoming homenageia os afro-americanos visionários que inspiraram Beyoncé, incluindo os ex-alunos HBCU Toni Morrison, Alice Walker, a ativista Marian Wright Edelman e o acadêmico W.E.B. Du Bois, além de pessoas importantes culturalmente como Nina Simone, Maya Angelou, Chimamanda Ngozi Adichie e Audre Lorde. Beyoncé conheceu a importância das HBCUs com o seu pai Mathew Knowles, ex-aluno da Universidade Fisk.

Filmado ao longo de oito meses, o filme acompanha a estrela global quando ela retorna ao palco depois do nascimento de seus gêmeos, destacando a completa preparação necessária na criação de sua performance inovadora, que incluiu quatro meses de ensaios com a banda seguidos de quatro meses de ensaios de dança com mais de 150 músicos, dançarinos e outros profissionais – todos foram escolhidos a dedo pela própria artista.

Em meio a dupla função: de diretora de sua performance ao vivo e do filme que capturou o processo de realizá-lo, Beyoncé diz: “Foi um dos trabalhos mais difíceis que eu fiz, e eu sabia que eu precisava empurrar a mim mesma e ao meu time para irmos além, sair do ótimo ao extraordinário. Nós sabíamos que algo assim nunca havia sido feito anteriormente a nível de um festival, precisava ser icônico e sem qualquer comparação. A performance foi uma homenagem a uma parte importante da cultura afro-americana. Tinha que ser verdadeira para aqueles que a conhecem, e divertida e esclarecedora para aqueles que precisavam aprender. Ao fazer o filme e recontar a história, o propósito permaneceu o mesmo ”.

Muitos no elenco; banda, cantores, dançarinos e steppers são ex-alunos da HBCU, imersos na tradição de Batalha de Fanfarras, dos Estados Unidos. Eles se juntaram ao grupo de artistas da Beyoncé, que já estiveram em turnê com ela por anos. Os espectadores não só conseguem ver os intensos ensaios de dança e o talento desses incríveis artistas, mas conhecer sua jornada pessoal de estudante da HBCU para artista e o grande impacto que geraram ao lado de Beyoncé neste show histórico.

Muitos com consciência cultural e intelectual se formaram em universidades para negros, inclusive o meu pai”, diz ela no filme. “Há algo muito importante nessa vivência, que deve ser celebrado e protegido.

Como um presente para seus fãs, o filme também inclui – nos créditos finais – sua regravação de “Before I Let Go”, do Frankie Beverly and Maze, um clássico de R&B de 1981 que é frequentemente apresentado nos jogos da HBCU. O single está disponível na trilha sonora do filme, “HOMECOMING: THE LIVE ALBUM”, já disponível pela Parkwood Entertainment e Columbia Records. smarturl.it/BH9102

Homecoming: A Film by Beyoncé, foi dirigido e produzido por Beyoncé Knowles-Carter. O seu colaborador de longa data, Ed Burke, atuou como codiretor. Steve Pamon e Erinn Williams são produtores executivos.

 

Set List

“Crazy In Love”

“Freedom”

“Lift Ev’ry Voice And Sing”

“Formation”

“Sorry”/”Me, Myself and I”

“Kitty Kat”

“Bow Down”

“I Been On”

“Drunk In Love”

“Diva”

“Flawless” (Remix)

“Feeling Myself”

“Top Off”

“7/11”

“Don’t Hurt Yourself”

“I Care”

“Partition”

“Yoncé”

“Mi Gente (Remix)”

“Mine”

“Baby Boy”

“You Don’t Love Me (No, No, No)”

“Hold Up”

“Countdown”

“Check On It”

“Déjà Vu”(featuring JAY-Z)

“Run the World (Girls)”

“Lose My Breath” (featuring Kelly Rowland e Michelle Williams)

“Say My Name” (featuring Kelly Rowland e Michelle Williams)

“Soldier” (featuring Kelly Rowland e Michelle Williams)

“Get Me Bodied” (com Solange Knowles dancing)

“Single Ladies (Put a Ring on It)”

“Love On Top”

 

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Música

Isadora divulga o single “Quebra Cabeça”

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Influências da cantora vão desde Daniel Caesar até Gloria Groove

A cantora e compositora Isadora divulgou o single “Quebra Cabeça”, que chegou acompanhado de um clipe. O single é repleto de elementos da música pop/eletrônica e conta com experimentações em relação ao uso da voz de Isadora. Ouça o single agora em todas as plataformas digitais.

Sobre a sonoridade de suas composições, a cantora comenta que está criando muitas parcerias com jovens artistas, cheios de entusiasmo e criatividade. “Acho que o pop é bastante abrangente e hoje em dia temos liberdade para navegar em vários ambientes, sempre transmitindo nossa verdade. Essa quebra de barreiras é essencial.”

“Em relação a referências, nós ouvimos alguns artistas novos da cena pop e R&B que estão em alta. Por exemplo, me inspirei na delicadeza da Sabrina Claudio, o timbre aveludado do Daniel Caesar, a musicalidade da H.E.R, os hits pop da Ariana Grande e a genialidade dessa galera que vem representando o pop brasileiro como a IZA, Gloria Groove, Silva, Anitta, entre outros”, comenta Isadora.

Atualmente a cantora faz apresentações solo e em parceria com Zeeba e a banda Golden Soul, tendo se apresentado recentemente na festa O Maior Baile do Mundo, no Anhembi, e no Z Festival, em São Paulo e Curitiba. Isadora está trabalhando em projetos autorais e inéditos voltado a cena pop/r&b e eletrônica.

“Eu e Zeeba somos muito amigos e sempre falávamos em fazer algo juntos. Estou muito feliz com essa parceria que está por vir e fiquei muito contente com o convite! Ele é um artista que admiro muito, acho que nossas vozes soam bem juntas e temos uma grande conexão dentro e fora do palco, é um grande presente pra mim.”

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Música

Gal Costa lança canções de Fábio Jr. e da banda Maglore como dois primeiros singles de “A Pele do Futuro Ao Vivo”

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Antecipando o DVD “A Pele do Futuro ao Vivo”, Gal Costa lança entre maio e junho, pela Biscoito Fino, dois videoclipes com canções que nunca havia gravado. Captados ao vivo, os filmes têm direção de Rafael Gomes, premiado pelas montagens mais recentes de “Um Bonde Chamado Desejo” e “Gota d’Água”.

No dia 17 de maio, chega às plataformas digitais a faixa “O que É que Há”, hit de Fábio Jr. em sua primeira fase. Parceria do cantor com Sérgio Sá, a canção foi lançada originalmente no álbum “Fábio Jr.”, de 1982. A versão ao vivo de Gal, um dos momentos mais catárticos do show “A Pele do Futuro”, tem apenas a voz da cantora e o piano de Chicão. Para o lançamento do dia 17, a faixa ganhou cordas de Felipe Pacheco Ventura, da banda carioca Baleia – mesmo autor do arranjo de cordas do álbum “A Pele do Futuro”.

Em junho, Gal lança “Motor”, blues-rock-balada escrito por Teago Oliveira, vocalista da jovem banda baiana Maglore. A música foi lançada originalmente pela Maglore no álbum “Vamos pra Rua” (independente), de 2013. Gal se identificou especialmente com a canção por ver uma relação entre “Motor” e o clássico “Vapor Barato” (Jards Macalé/ Waly Salomão), lançado por ela em 1971. A versão de Gal tem Pedro Sá na guitarra, Pupillo na bateria, Chicão no teclado, Lucas Martins no baixo e Hugo Hori no sax.

As gravações dos dois singles aconteceram nos dias 22 e 23 de março, na Casa Natura Musical, em São Paulo. “O que É que Há” foi registrada à tarde, sem a presença da plateia, o que lhe rendeu características de gravação em estúdio. “Motor” foi registrada durante o show, com o público fervendo. O áudio do show foi gravado e mixado por Duda Mello, o mesmo que cuidou de “Estratosférica ao Vivo” (2017).

Com direção geral de Marcus Preto e direção musical de Pupillo, o show “A Pele do Futuro” estreou em dezembro de 2018, em São Paulo. E segue em turnê.

As edições completas de “A Pele do Futuro ao Vivo”, em CD e DVD, chegam ao público em setembro pela gravadora Biscoito Fino.

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