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Concursos: Dicas para passar e sobre como lidar com a pressão psicológica e medo

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Por , diretor geral do Colégio e Curso Progressão

Todos os anos, milhares de pessoas ficam na expectativa para obter a tão aguardada aprovação em concursos, em vestibulares ou uma boa pontuação no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Além de ter um bom material, como, por exemplo, livros e apostilas, é necessário buscar organização, uma rotina de estudos e equilíbrio emocional. O modo como irá lidar com a situação vai refletir na execução e no resultado.

O planejamento de estudos é a primeira questão a ser cuidada. Para que o candidato tenha boas condições nas provas, é essencial a realização de um cronograma com todo horário. Uma sugestão é estabelecer diferentes grades de horários para cada atividade.

Por exemplo, reserve um tempo na semana para resolver provas anteriores das bancas que elaboram seu . Defina quais os dias irá estudar resumos e fazer simulados. Dessa forma, fica mais fácil de seguir uma rotina.

Mas isso não irá adiantar, caso não leve a sério a programação. Para isso, busque seguir estratégias de estudo que te deixe mais motivado para continuar. A boa dica são os três D’s: determinação, dedicação e disciplina.

A determinação é o combustível que nos leva para frente. É a força que nos faz não desistir. É óbvio que durante os estudos podemos ter dificuldades, dúvidas ou até mesmo desânimo. Mas quando estamos determinados, ficamos dispostos a buscar a aprovação a todo custo. Portanto, não importa o que aconteça, siga em frente até o fim.

Já a dedicação tem muito a ver com abdicação. É importante saber que, muitas vezes, será necessário deixar de lado alguns momentos de lazer com o intuito de se concentrar melhor nos estudos. Faça de tudo para manter o foco. Pense sempre nos objetivos futuros e se esforce na preparação.

A disciplina é uma grande aliada em todo o processo. Ela serve para ajudar a seguir um bom planejamento, horário de estudos e, principalmente, comprometimento consigo mesmo. Quando se tem uma mente disciplinada, é mais fácil aplicar no dia a dia uma rotina que irá auxiliá-lo a obter melhores resultados.

Outro ponto importante é a saúde do candidato. Não adianta em nada a pessoa se matar de estudar e no período da prova ficar doente. Por isso, é fundamental ter hábitos saudáveis. Tenha sempre uma alimentação saudável e pratique atividades físicas. Esses fatores vão dar mais energia e disposição para o candidato.

No entanto, mesmo tendo uma programação correta, é possível que a pessoa sinta dúvidas em sua própria capacidade. Para não desanimar, acredite que o concurso é uma grande fila e que sua vez vai chegar, desde que você faça uma preparação focada. Portanto, acredite no seu potencial. E pense sempre que hoje falta muito menos do que ontem para a conquista da vaga tão almejada.

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Educação

6 aplicativos para ajudar na volta às aulas

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Plataformas podem contribuir com os estudantes na organização dos livros, na busca por professor particular e para ficar antenado nas atualidades

A partir da próxima semana, estudantes de todo Brasil vão voltar à rotina de aulas. Para ajudar neste retorno, que nem sempre é fácil, listamos seis aplicativos que poderão ajudar. Tem plataforma que pode auxiliar a organizar a estante de livros, mobilidade e até uma que encontra professor particular por geolocalização. Confira!

 

1. Shapp

O aplicativo está disponível para download na Apple Store e na Play Store. Gratuito, ele reúne mais de 1.000 professores prontos para te auxiliar nas mais diversas matérias. Com o recurso da geolocalização, facilmente você encontrará o mestre que se adequa à sua necessidade.

 

2. Minha Biblioteca

Você tem aquela estante cheia de livros e nem sabe mais quantos títulos estão lá? O app “Minha Biblioteca” reúne uma maneira prática para organizar sua estante sem levantar muita poeira. Com a plataforma, é possível salvar todos os títulos de maneira prática e intuitiva.

 

3.Filho Sem Fila

O Filho sem Fila está presente em mais de 180 escolas  no Brasil, Paraguai e Canadá, atendendo 32 mil alunos e 55 mil pais. Avenues, Eleva, Móbile e MapleBear estão entre algumas escolas atendidas pelo Filho sem Fila. Pioneiro no mundo, o app leva mais agilidade e segurança à gestão de saída das escolas, Além de contribuir com a fluidez do trânsito, uma vez que, com antecedência, avisa à escola sobre a chegada dos responsáveis, para que a criança possa ser preparada para um rápido embarque.

 

4.Trello

Em meio à correria do dia-a-dia é comum ter muitas tarefas. Para que você não perca nenhuma delas e organize-as em um só lugar, o aplicativo Trello pode ser uma boa saída. A plataforma gerencia suas atividades em quadros com listas de tarefas. Muito usado pelas empresas, ele também pode ser muito útil a você.

 

5.Estuda.com

Está em em preparação para o Enem ou outros vestibulares? O app “Estuda.com” oferece questões de provas e simulados dos mais concorridos vestibulares do Brasil. Rápido e prático, ele pode ser usado enquanto você está no ônibus ou metrô!

 

6.Flipboard

Nem sempre é possível acordar todas as manhãs e ler o jornal ou entrar na internet para ver quais são as principais notícias do dia. Com o Flipboard, você tem em um só lugar os fatos que estão acontecendo no mundo. Se você quiser, também é viável personalizar as notícias de acordo com suas preferências.

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Educação

Estudantes já podem consultar vagas do Sisu

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As inscrições podem ser realizadas entre 4 e 7 de junho

A consulta para vagas do Sistema de Seleção Unificada, o Sisu, já está disponível. A plataforma informatizada do Ministério da Educação permite que instituições públicas de ensino superior ofertem vagas para candidatos participantes do Enem. Neste caso, os estudantes vão ter acesso às instituições e aos cursos que serão oferecidos.

Uma vez por dia, o Sisu calcula a nota de corte, que é a menor nota para o candidato ficar entre os potencialmente selecionados. Essa pontuação mínima para cada curso é baseada no número de vagas disponíveis e no total dos candidatos inscritos naquele curso, por modalidade de concorrência.

Lembrando que a nota de corte é somente uma referência para ajudar o aluno no monitoramento da inscrição e não garante a seleção para a vaga ofertada. As inscrições do Sisu podem ser feitas a partir da próxima semana, entre os dias 4 e 7 de junho.

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Educação

Educação: realmente é um direito de todos?

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Há um assunto muito pertinente e que também abrange uma discussão que sempre vale a pena colocar em pauta: a educação inclusiva.

Ela é um direito fundamental previsto nos artigos 205 a 214 da Constituição Federal de 1988, além de outros atos normativos e tratados internacionais dos quais o Brasil é signatário.

O pedagogo e gestor educacional Igor Carrera é otimista quanto ao assunto, principalmente por acreditar que a escola é para todos.

“Eu acredito em um Educação qualitativa, tanto na Educação Básica quanto Superior, onde o mais importante seja uma construção de conhecimento inovadora e motivadora. Ou seja, que abandone aspectos tradicionais e busque o uso de linguagens como as artes, para torná-la mais emancipatória e prazerosa”, pontua.

Flávia Albaine, Defensora Pública de Rondônia, lembra que apesar de ser um direito fundamental e de suma importância para que o indivíduo possa se desenvolver objetivando a realização da vida em todas as suas potencialidades, o cenário brasileiro tem demonstrado que tal direito – assim como tantos outros direitos fundamentais – ainda é restrito apenas para uma parcela da população diante de inúmeros obstáculos políticos, sociais, culturais e de tantas outras ordens que se fazem presentes.

“O Brasil ratificou a Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e seu protocolo facultativo em agosto de 2008, através do Decreto Legislativo 186 de 09 de julho de 2008”, ressalta.

E explica: “O sistema educacional inclusivo é um direito fundamental, expressamente previsto no artigo 208, inciso III da Constituição Federal Brasileira, no artigo 24 da Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e nos artigos 27 a 30 do Estatuto da Pessoa com Deficiência; além de outros diplomas nacionais e internacionais do qual o Brasil é signatário.

Ademais, é indiscutível o protagonismo que o acesso à educação assume diante de qualquer tentativa de transformação social que se pretende duradoura e profunda”.

Dentro de todo esse contexto é que a sociedade brasileira deve ser chamada a reflexão sobre como atuar para a efetivação do direito a educação de crianças e adolescentes com deficiência, assim como para eliminar algumas das barreiras que ainda obstruem o gozo pleno de tais direitos.

A educação na atualidade

Em experiência pessoal na condição de Defensora Pública e realizando o trabalho de educação em direitos pelo interior do estado de RO, Flávia constatou a falta de estrutura das entidades do ensino público para a efetivação do direito à educação de seus alunos com algum tipo de deficiência.

“As colocações mais constantes para justificar a debilidade do ensino inclusivo na região foram: professores relatando que a graduação não lhes concedeu conhecimento técnico para tal e que a escola também não investe em cursos de capacitação com esse objetivo, ausência de equipe interdisciplinar para atender as necessidades do aluno com deficiência, carência de planos de ações personalizados que considerem as peculiaridades do aluno com deficiência e pouco investimento em tecnologias assistivas que objetivem a inclusão do aluno com deficiência no ambiente escolar”.

Segundo ela, algumas dessas medidas de apoio ao sistema educacional inclusivo podem ser encontradas no artigo 28 do Estatuto da Pessoa com Deficiência, cujo rol não é exaustivo e que prevê:

  • a inclusão da deficiência no conteúdo programático dos cursos superiores;
  • a efetiva oferta de profissionais de apoio para viabilizar a inclusão, o ensino de libras e brailes para os estudantes;
  • a adaptação do ambiente escolar para garantir condições de acessibilidade;
  • o estímulo à realização de pesquisas sobre o tema;
  • a participação dos estudantes com deficiência nas diversas instâncias de atuação da comunidade escolar;
  • dentre outros.

“Quero deixar a nossa reflexão sobre a importância de mudanças para que as pessoas com deficiência também estejam englobadas na expressão ‘todos’ quando o artigo 205 da Constituição Federal diz que ‘a educação é um direito de todos’”, finaliza.

 Serviço:

 Juntos Pela Inclusão Social – www.facebook.com.br/juntospelainclusaosocial.

Canal do Igor Carrera – https://www.youtube.com/channel/IgorCarrera

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