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Hacker Ético faz apelo sobre o perigo de Virus Pegasus

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O da é o principal alvo dos iPhones e dos dispositivos baseados no Android. Parece que causou impacto nos usuários em pelo menos 45 países em todo o mundo. Desses países, 6 foram conhecidos no passado por usar malware de vigilância para abusar dos direitos humanos.


Entre os anos de 2016 e 2018, o Citizen Lab contou com um grupo de pesquisadores que participaram de um grande projeto que varreu a internet e encontrou servidores que estavam de alguma forma associados ao spyware móvel da Pegasus. O pesquisador sênior do The Citizens Lab, Bill Marczak, relatou que no início de seu período de pesquisa, eles encontraram cerca de 200 servidores em 2016. Com o passar do tempo, esse número aumentou tremendamente para 600 no ano de 2018. Isso parece fortemente indicam que o Grupo NSO está aumentando suas operações.


A partir de agosto de 2016, descobriu-se que o malware estava ativo quando o NSO Group estava vendendo o spyware móvel para terceiros e governos que queriam ter recursos para rastrear chamadas, ler textos, encontrar senhas e coletar outros dados de aplicativos de possíveis vítimas. 


Geralmente, o Pegasus é distribuído através de técnicas de phishing através de links de exploração especialmente formulados. Quando os links são clicados, o spyware é capaz de penetrar nos recursos de segurança dos telefones da vítima. De acordo com o último relatório do The Citizen Lab, o Pegasus se tornou muito mais difundido do que era anteriormente. Agora está sendo usado por alguns países para atingir os direitos humanos.


A Pegasus expandiu-se e agora inclui o uso em países do Conselho de Cooperação do Golfo em todo o Oriente Médio. Ele está sendo usado para rastrear certos dissidentes, como Ahmed Mansoor, ativista dos Emirados Árabes Unidos. Ele foi alvo não apenas em 2016, mas também em 2018.
Em relação às suas descobertas, os pesquisadores dizem que foi esboçado um quadro sombrio dos riscos aos direitos humanos representados pela proliferação global das MSOs. Existem pelo menos 6, e possivelmente mais, países que possuem operações significativas em Pegasus. Essas operações foram vinculadas a spywares que foram usados para atingir a sociedade civil em países como México, Bahrein, Cazaquistão, Marrocos, Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos.


Em 2017, havia dezenas de jornalistas e advogados mexicanos que tinham seus dispositivos infectados com esse spyware. Isso também incluiu uma criança. Acredita-se que esta campanha particular de Pégasus tenha sido estabelecida pelo governo da nação.


De acordo com Marczak, o abuso pelo spyware é certamente um sinal do que está por vir. Projeta-se que a sociedade civil se tornará alvo deste tipo de vigilância, a menos que o governo encontre uma maneira melhor de regulamentar o spyware.


Entre os anos de 2016 e 2018, a equipe de pesquisa conseguiu encontrar 1.091 endereços IP e 1.014 nomes de domínio que correspondem ao comportamento de um servidor de comando e controle, bem como um link de exploração altamente associado ao Pegasus.


Pesquisadores do Citizen Lab criaram uma técnica que eles chamam de Athena, que eles usam para rastrear muitos operadores Pegasus diferentes. Esse cluster de técnica corresponde aos servidores do spyware em 36 sistemas Pegasus diferentes, cada um aparentemente executado por um operador separado. Depois disso, a equipe de pesquisa sondou dezenas de milhares de caches DNS do ISP em todo o mundo, presumindo que os dispositivos que estavam infectados procurariam rotineiramente os diferentes nomes de domínio dos servidores das operadoras usando os servidores DNS de seus ISPs.


Os pesquisadores compartilharam que eles dedicaram tempo para projetar e realizar um estudo de sondagem de cache de DNS. Este estudo foi realizado sobre os nomes de domínio correspondentes para que eles pudessem identificar qual país cada operador estava espionando. Esta técnica foi capaz de identificar um total de 45 países diferentes que foram vítimas das operações de vigilância da Pegasus. Também foi descoberto que pelo menos 10 dos operadores Pegasus estavam ativamente envolvidos na vigilância através da fronteira.


Os seguintes países foram encontrados para ter este spyware em particular: Bahrain, Argélia, Brasil, Bangladesh, Costa do Marfim, Canadá, Egito, Grécia, Índia, França, Israel, Iraque, Jordânia, Quênia, Cazaquistão, Quirguistão, Lativa, Líbia Líbano, Marrocos, México, Omã, Holanda, Paquistão, Polônia, Palestina, Catar, Ruanda, Cingapura, Arábia Saudita, África do Sul, Suíça, Tailândia, Tadjiquistão, Togo, Tunísia, Emirados Árabes Unidos, Turquia, Uganda, Estados Unidos , o Reino Unido, o Uzbequistão, a Zâmbia e o Iémen.


Surpreendentemente, houve várias infecções encontradas no espaço IP dos Estados Unidos pela equipe de pesquisa. No entanto, os clientes da Pegasus não estavam diretamente ligados aos Estados Unidos, indicando um comprometimento transfronteiriço.


Após a apresentação do The Citizen Lab, o NSO divulgou uma declaração dizendo que havia vários problemas com o relatório, incluindo imprecisão.
Em resposta, os pesquisadores do Citizen Lab discordaram dessas alegações e apoiaram suas descobertas. Eles prevêem um aumento dos problemas com os direitos humanos nas mãos de Pegasus.

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Jovens ganham mais de R$ 5 mil fazendo lives

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Sabrina Rigueira. Foto: Divulgação

A internet se tornou o grande negócio do século. Com a criação de diferentes plataformas, usuários de todo o mundo conseguem se conectar em tempo real e, inclusive, se tornar celebridades apenas desenvolvendo trabalhos para a big data. É o caso de Karina Guain Mendes e Silva, de 30 anos, que é atriz e cantora. Através de um aplicativo de transmissão ao vivo, o LiveMe, a artista entendeu uma nova forma de difundir seu trabalho em escala global. Fluente em inglês, começou a fazer coversde grandes artistas e apresentar ao vivo para o público, que gostou da ideia. “Eu conheci o LiveMe através de uma amiga. Ela tinha ido à China para um evento e me apresentou o aplicativo”, relata Karina.

Com o trabalho, a jovem deixou de lado os palcos e começou a investir em uma estrutura para suas lives. Em um local de sua casa, em São Paulo, Karina montou uma espécie de estúdio para promover um local mais adequado aos seus vídeos. “Eu sou atriz e cantora, então costumo cantar bastante para os meus seguidores e usar bastante do humor, mas notei que as pessoas gostam mesmo é de conversar, então passo a maior parte do tempo conversando com meus seguidores sobre os mais diversos assuntos, desde assuntos mais sérios como depressão até coisas mais banais como comida”, conta a atriz.

Outra famosa na internet, Sabrina Rigueira era modelo antes de conhecer a plataforma. Com mais de 200 mil seguidores, a paulistana já ganhou mais de R$ 25 mil mensais dedicando seus dias ao aplicativo. “Conheci o LiveMe por uma amiga que havia criado o perfil no aplicativo e estava fazendo lives, ela me contou do quão bacana estava sendo a experiência dela no app e que além de divertido é algo que me geraria dinheiro, não pensei duas vezes e baixei.”, conta a jovem. “Já ganhei de R$ 6 mil a R$ 25 mil em um mês”, diz Sabrina.

Para Ana Claudia Mendes, o LiveMe surgiu em um momento delicado de sua vida. Ela, que trabalhava em uma loja de departamentos e ganhava cerca de R$ 1200 por mês, viu na internet a oportunidade para seguir se sustentar. “Eu moro sozinha, então imagine. Fiquei desempregada de uma hora para outra e precisei me virar. Comecei a fazer lives e ganho cerca de R$ 3 mil. Hoje consigo sustentar minha casa e meus gastos”.

Viagens

Através do aplicativo, Sabrina, Karina e Ana também ganharam alguns prêmios. Sabrina, por exemplo, ganhou viagens e até um iPhone ao dedicar seu tempo ao App. Já Karina, além de fazer do sistema sua principal fonte de renda, viajou à California à convite do LiveMe para participar do Coachella Music Valley, um dos principais eventos de música de todo o mundo. “Foi uma experiência única. Que empresa leva você para curtir um dos maiores festivais do planeta?”. Nos EUA, conferiu shows inesquecíveis como a nova turnê da cantora Ariana Grande.

Ana Claudia, que nunca havia saído do Brasil, foi ainda para mais longe. A influencer foi à Taiwan para participar de uma das maiores festas do LiveMe no país, e conheceu os maiores transmissores de lá. “Foi uma experiência única. Imagina para mim, que nunca tinha viajado para fora do Brasil, ir à Taiwan e chegar como uma celebridade? Foi uma experiência muito gratificante”.

Com proposta inovadora no segmento de lives, o LiveMe conta com mais de 100 milhões de usuários no mundo e está presente em mais de 85 países. Por este motivo, Karina conta que se relaciona com pessoas do mundo inteiro. “Ter inglês fluente é um diferencial, mas conheço muitos transmissores que não falavam muito bem o idioma e usaram o app para melhorar sua conversa e dicção”.

Sobre o LiveMe

Disponível para download em dispositivos Android e iOS, o LiveMe é um dos apps mais importantes de mídia social nos Estados Unidos, China e Taiwan. Criado em 2016, o aplicativo conta com mais de 150 milhões de downloads no mundo e gera cerca de 190 mil minutos de conteúdo ao vivo todos os dias.

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Fidi reduz 15% dos custos com armazenamento de exames na nuvem da Amazon

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A instituição, que realiza 5 milhões de exames de imagem por ano, também ganhou eficiência e rapidez

Com o objetivo de armazenar imagens de exames de seus pacientes de maneira segura, a Fundação Instituto de Pesquisa e Estudo de Diagnóstico por Imagem (FIDI) – responsável por gerir sistemas de diagnóstico por imagem na rede pública de saúde – é hoje um cliente no Brasil de grande demanda de serviços em nuvem da Amazon Web Services (AWS), uma empresa da Amazon.com (NASDAQ: AMZN), utilizando um espaço de 600 terabytes para o armazenamento de exames de imagem e laudos. A instituição realiza cinco milhões de exames de imagem por ano – ressonância magnética, tomografia computadorizada, ultrassonografia, mamografia, raios-X, hemodinâmica e densitometria óssea.

Ao utilizar os serviços e infraestrutura em nuvem da AWS, a FIDI melhorou a gestão das informações e a velocidade de recuperação das imagens, além de ter diminuído suas despesas operacionais. “Reduzimos os custos de armazenamento em 15%, evitando renovação do parque e incremento de disco por meio do uso da Amazon S3. Além disso, notamos um aumento no desempenho de 10% em relação a antiga arquitetura, usando o Amazon S3 e a AWS Direct Connect”, relata Hélio Ajzen, superintendente de Infraestrutura da FIDI.

O uso de serviços em nuvem AWS permite crescimento do negócio da Fundação. “A FIDI escolheu a Amazon Web Services por ser referência global de provedor em serviços de nuvem no mundo, por fornecer os melhores recursos para nossas necessidades específicas e pelo apoio da sua equipe de web services”, ressalta Hélio.

A escalabilidade e proteção dos dados aliado à redução de custos foi um dos grandes desafios da FIDI, que conta anualmente com uma média de atendimento de cinco milhões de exames. “Uma das principais adversidades desse trabalho era a necessidade de armazenamento seguro em larga escala maximizando os recursos. Armazenar o histórico dos pacientes de forma segura, permanente e escalável era um desafio, pois a FIDI dependia de uma solução baseada em disco de envelhecimento”, conta o superintendente.

Atualmente, a FIDI utiliza o Amazon Elastic Compute Cloud (Amazon EC2) para hospedar sua plataforma web de acesso as imagens e laudos para os pacientes; o serviço Amazon Simple Storage Service (Amazon S3) para armazenamento de mais de 600 terabytes de dados e imagens e a AWS Direct Connect para conexão segura, dedicada entre o seu principal centro de dados e o AWS Cloud.

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Tecnologia

Como os algoritmos do Google impactam seus negócios

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Métricas funcionam para que o usuário tenha a melhor experiência enquanto navega na internet

Jundiaí, maio de 2019 – O Google é um dos principais sites de busca do mundo; se tornou sinônimo de enciclopédia e dicionário, daqueles que as pessoas utilizavam nas pesquisas em bibliotecas. Para que os termos buscados sejam encontrados, a plataforma utiliza de algoritmos em programas de computador, que procuram por sites que respondam com efetividade as regras criadas em seu mecanismo de busca, para assim poder classificar quais deles “merecem” estar na primeira página e nas primeiras posições.

Para o Gestor e Diretor Técnico da Blob Web, Rívero Felipe Lopes, ninguém sabe exatamente como os algoritmos do Google funcionam. “A empresa guarda esta informação a sete chaves, mas sabemos que hoje ela foca na experiência do usuário em multiplataformas. O Google determina uma série de parâmetros que devem ser seguidos para alcançar os melhores resultados, que são metrificados por meio de um check list, garantindo que o conteúdo entregue aos usuários seja confiável e de qualidade”.

Constantemente há atualizações internas para que as pessoas encontrem o que pesquisam de forma mais rápida e efetiva. “Na última atualização o Google valorizou sites mais rápidos, flexíveis e com certificado SSL, o famoso cadeado verde perto da barra de endereço; essas modificações normalmente não têm muita periodicidade, às vezes há várias atualizações em um mês e, no outro, nenhuma; por isso é preciso estar sempre atento às alterações e acompanhar constantemente as mudanças”.

Como esses algoritmos impactam os sites?

De acordo com Rívero, eles são determinantes para o bom posicionamento do link. “Não seguir à risca as determinações feitas pelos mecanismos de busca faz com que os algoritmos não entreguem o site na hora da pesquisa. Ele prioriza as entregas de páginas mais leves e isso faz com que as pessoas consumam menos ‘dados de internet’; assim perdem menos tempo esperando e passam um maior período conectadas consumido mais conteúdo”.

Com as mudanças e as atualizações feitas pelas empresas, o ranqueamento delas muda. “Os links que aparecem nas primeiras colocações são sempre os que mais atendem às métricas, entregam o melhor conteúdo e se preocupam em oferecer uma melhor experiência para o usuário. Enquanto os sites com uma programação pesada, URLS confusas, baixo conteúdo e não responsivos não garantem um bom posicionamento”, concluiu.

Por isso, Rívero alerta sobre a importância de os responsáveis pelos sites estarem sempre atentos aos serviços. “O importante é constantemente focar no em quem irá consumir o material final; pensar como as informações da sua empresa chegam ao usuário final, a qualidade, o tempo dos carregamentos das páginas, o caminho até o contato com a sua marca e com o conteúdo entregue. Mas não adianta focar 100% no Google, o importante mesmo é seu consumidor/usuário e se a experiência dele dentro do seu site está alinhada ao que ele espera da sua marca”.

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