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Saúde

JULHO VERDE: MÊS DA CONSCIENTIZAÇÃO SOBRE O CÂNCER DE CABEÇA E PESCOÇO

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O Câncer da Tireoide é um dos mais comuns entre tumores de cabeça e pescoço.   Uma das grandes novidades é o tratamento individualizado.

Entenda mais.

São Paulo, 1º de julho de 2019 –   Começa hoje o Mês da Conscientização sobre o Câncer de Cabeça e Pescoço. A campanha é conhecida mundialmente como . O Câncer da Tireoide é um dos mais comuns entre tumores de cabeça e pescoço. Nódulos na tireoide irão afetar cerca de 60% da população brasileira durante algum momento na vida, sendo que 15% desses serão malignos. Especialistas alertam que qualquer alteração deve ser investigada, pois havendo algum tipo de anormalidade, o paciente poderá iniciar o tratamento necessário mais rapidamente.

Uma das grandes novidades no tratamento desse tipo de câncer de cabeça e pescoço tem sido o “tratamento individualizado para o câncer da tireoide”. O médico cirurgião de cabeça e pescoço do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, Dr. Erivelto Volpi, explica:

“Antes, todos pacientes com câncer de tireoide eram submetidos a uma tireidectomia total mais tratamento com iodo radioativo. Hoje, devido aos novos conhecimentos adquiridos sobre o comportamento biológico desse tipo de tumor, como por exemplo localização, tamanho e tipo de célula, além das características do paciente, como idade, sexo e antecedentes familiares, é possível estabelecer tratamentos individualizados. Ou seja, definimos os procedimentos de acordo com cada paciente. Após as análises, podemos não operar, realizar uma tireidectomia parcial ou total, utilizar ou não o iodo radioativo ou mesmo fazer uma cirurgia mais ampla do que a tireidectomia, caso seja indicada”.

Mulheres acima dos 35 anos são o principal grupo de risco para esse tipo de câncer, mas também pode ser observado em jovens e em idosos – dos 25 aos 65 anos – e em pessoas expostas à radiação no pescoço e na cabeça. “O Câncer da Tireoide já é o quinto mais frequente entre as mulheres e o 17º entre os homens”, esclarece Dr. Erivelto Volpi.

Dentre os fatores de risco para o câncer da tireoide vale ressaltar o histórico familiar de câncer da tireoide e a exposição à radiação. Em termos de prevenção, é importante que o paciente seja sempre examinado através de exame clínico seguido, quando necessário, de ultrassom. “Seus sintomas são silenciosos e, por isso, é fundamental o autoexame da tireoide sempre que possível. O mais expressivo é a palpação de um nódulo na tireoide, ou seja, na região anterior do pescoço”, explica Dr. Volpi.

Diagnóstico – O diagnóstico de câncer da tireoide é feito através de uma punção realizada por meio de uma agulha fina, aplicada diretamente no nódulo. O procedimento é simples e pouco doloroso. É retirada menos de uma gotinha do nódulo para que seja averiguado o diagnóstico. A punção do nódulo deve ser guiada por uma ultrassonografia.

Tipos – Existem quatro tipos de câncer da tireoide: papilífero (o mais comum e menos agressivo), folicular (também pouco agressivo), medular e anaplásico (bem agressivo e raro, que costuma ter uma sobrevida curta de 6 meses a 1 ano, mas geralmente acomete pessoas mais idosas).

O diagnóstico do câncer de tireoide tem aumentado nos últimos anos devido ao aumento do uso do ultrassom de tireoide, que permite a detecção de pequenos nódulos, que não poderiam ser diagnosticados no passado.

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Estilo de Vida

Janeiro Branco: especialista Katherine Maurente alerta para o tratamento precoce de doenças psicológicas e emocionais

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Campanha Janeiro Branco destaca a importância da saúde mental

No primeiro mês do ano acontece a campanha Janeiro Branco, que tem como principal objetivo debater a saúde mental.

O projeto foi idealizado há 5 anos pelo psicólogo Leonardo Abrahão.

“Cuidar da saúde mental é tão importante quanto cuidar da física. Quando estamos doente fisicamente, logo, procuramos a ajuda de um profissional, o mesmo deve acontecer quando vamos mal emocionalmente”, disse a estudante de psicologia e enfermeira Katherine Maurente.

A especialista alerta para o tratamento precoce:

“Infelizmente, boa parte das pessoas só procura ajuda quando a ansiedade, depressão ou outros males da mente chegaram ao ponto de prejudicar significamento o seu dia a dia”.

Janeiro Branco e a saúde mental

Katherine também alerta que é importante evitar as doenças emocionais.

“Para que isso aconteça, precisamos nos conhecer melhor, buscarmos estar perto das pessoas que amamos e nos afastarmos das pessoas tóxicas, fazer atividades que nos dê prazer, evitar pensamentos negativos, sofrer por antecipação, entre outras medidas”, explica a profissional que ainda dá uma dica importante:

“Interaja mais com as pessoas, tenha mais amigos, não fique tantas horas nas redes sociais. Resumindo,viva a vida real”.

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Saúde

Conheça Camila Santos, uma das grandes especialistas em bem-estar de Recife

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Empresária no ramo da beleza e especialista em Saúde e Bem-estar do Casal Resolveu fazer novo investimento “Boutique Sensual” inovando todos os conceitos já existentes no mercado atual.

Mulher emponderada montou um negócio virtual dentro de dois meses estava com sua loja física e partindo para distribuição, palestras e treinamento de grandes marcas no mercado sensual como Feitiços, Sophie, santo e Soft love.

A especialista fala de sexo de maneira leve e alegre quebrando tabus e passando informações de uso até explicação das composições. Trabalha saúde e bem-estar do casal melhorando suas vidas, agregando valor e prosperidade.

Tem foco em dicas, inovação, autoconhecimento e curiosidades saiba mais e siga o Instagram oficial: idolovestore.

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Saúde

Outubro Rosa: O Câncer de mama pode desencadear depressão; saiba como é o diagnóstico e tratamento

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A especialista Katherine Maurente conta como a doença afeta o emocional do paciente

O diagnóstico de câncer de mama geralmente provoca um choque emocional na vida de pacientes, que precisam lidar com medos e incertezas.

Dados de um estudo do Observatório de Oncologia mostram que a chance de uma paciente com câncer de mama desenvolver a depressão chega a 25%, enquanto a prevalência da patologia é de 3,5% a 7% em todas as mulheres.

“A descoberta de uma doença nunca é algo fácil. No caso do câncer de mama além de gerar medo pela morte, existe também a questão da aparência.
Sendo assim, existe uma dificuldade muito grande em fazer o diagnóstico da depressão pois existe já uma tristeza após o diagnóstico do câncer”, explica a estudante de psicologia e enfermeira Katherine Maurente.

Segundo o manual diagnóstico e estatístico dos transtornos mentais ( DSM-V ), caracteriza-se como depressão pelo menos cinco ou mais dos seguintes sintomas persistentes por mais de duas semanas:

– Humor deprimido na maioria dos dias;
– Perda ou ganho de peso sem estar na dieta;
– Aumento ou diminuição do apetite;
– Insônia ou outros distúrbios do sono;
– Fadiga e perda de energia;
– Sentimento de inutilidade ou culpa excessiva ou inadequada;
– Capacidade diminuída de pensar, concentar ou indecisão;
– Preocupação com a morte e ideação ao suicídio;
– Crises de choro.

Segundo Katherine, geralmente os tratamentos são feitos com:

– Medicamentos;
– Psicoterapias;
– Terapias de grupo;
– Atividade física;
– Apoio familiar e de amigos
– Sempre praticar hobbies, como dançar, desenhar, pintar entre outros.

Siga Katherine em suas redes sociais:

Instagram: https://www.instagram.com/enf.katherine/

Facebook: https://www.facebook.com/Enfkatherinemaurentecoach

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