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Mario de Oliveira explica a febre de robôs de conversa

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(robôs de conversa) podem ajudar o seu negócio?

O que é tão na moda sobre Chatbots (robôs de conversa) que as empresas estão ficando loucas por isso?

Com 2018 nos dando um vislumbre de como a está mudando a maneira como fazemos negócios, podemos esperar que 2019 seja o ano em que muitas empresas irão investir nessas tecnologias para melhorar suas operações, bem como ganhar seguidores explica Mario de Oliveira Mendes.

É isso mesmo pessoal. Simplesmente não basta ter um produto inovador ou um serviço excelente. Você também precisa desenvolver uma estratégia para divulgar sua marca.

E qual é a melhor maneira de ser conhecido? Melhorando a maneira como sua empresa oferece atendimento ao cliente.

De acordo com Mario de Oliveira, melhorar sua estratégia de atendimento ao cliente é provavelmente a coisa mais importante que você pode fazer pela sua empresa. Isso ajuda a promover a fidelidade do cliente à sua marca. Quando os clientes sentem que suas necessidades vêm em primeiro lugar, é mais provável que eles fiquem com você, mesmo que você aumente seus preços.

Para atender às necessidades de seus clientes, você precisa se tornar mais acessível. Sim, você pode ter um e-mail, uma conta de mídia social e até mesmo um número gratuito, em que os clientes podem entrar em contato com você, mas tudo isso pode não ser suficiente para que os clientes sintam que você está ouvindo.

Surgiu então o chatbot . Uma forma de inteligência artificial que você pode configurar rapidamente no site da sua empresa e fazer com que seus clientes lhe digam o que realmente precisam explicou Mario de Oliveira.

Grandes players da Apple para o Google e até mesmo marcas promissoras como a Babylon Health estão investindo nessa tecnologia de inteligência artificial para se tornarem mais relacionáveis e acessíveis à sua base de clientes. Se isso ainda não é suficiente para convencê-lo, aqui estão 8 razões pelas quais as empresas estão ficando loucas com a tendência do chatbot .

Um chatbot pode oferecer atendimento ao cliente que pareça mais pessoal para os usuários

Personalização é toda a raiva quando se trata de atendimento ao cliente. É o que transforma os visitantes em clientes pagantes e clientes pagantes para seguidores leais. Como os chatbots são projetados especificamente para fazer com que os usuários sintam que estão falando com um ser humano, eles desfrutam de uma experiência mais personalizada.

A chatbot pode ser programado para dar intuitivamente usuários informações que eles não sabiam que estavam buscando.

Como os chatbots são executados no Natural Language Processing, eles podem decodificar o que um usuário está tentando dizer usando semântica e sintaxe. Eles podem entender melhor os clientes e até oferecer informações que o cliente não sabia que estava procurando.

Um c hatbot pode rapidamente transformar seu site em um serviço de assistência totalmente operando com tempo mínimo de espera
Os clientes odeiam esperar que um chatbot que possa responder a todas as suas perguntas com um tempo de espera praticamente nulo não vá apenas conquistar clientes fiéis, mas também torná-lo um superstar de atendimento ao cliente.

Um chatbot pode melhorar o engajamento dos usuários da web e reduzir a taxa de rejeição

Você sabe quantos clientes em potencial você já perdeu no seu site desde que foi ao ar pergunta Mario de Oliveira? Se a sua alta taxa de rejeição disser que você perdeu incontáveis anos, ter um chatbot é uma boa maneira de manter os visitantes presos à sua página.

Um chatbot pode ser usado para aumentar o alcance da mídia social
Com o Facebook Messaging equipando as páginas com seu próprio serviço chatbot , pode ser mais fácil para você alcançar o alcance de suas redes sociais. O chatbot do Facebook tem seu próprio suporte de base de usuários para que você não precise de conhecimento técnico para configurá-lo. Basta verificar a página do Facebook para desenvolvedores e escolher um projeto inicial que você gostaria de incorporar ao mensageiro da sua página .

Um chatbot pode facilitar os pagamentos, especialmente para usuários com habilidades básicas de computação

Pagar online pode ser esmagador para alguém com conhecimentos básicos de informática. Ter um chatbot no seu website pode ajudar os usuários a fazer o checkout e minimizar o abandono do carrinho .

Um chatbot pode ser usado como uma máquina de geração de leads
Você sabe o que é mais irritante do que um site lento ? Uma janela pop-up que parece não aceitar um não como resposta. Um chatbot pode ajudá-lo a obter mais leads no seu website, fazendo perguntas relevantes aos seus visitantes. Da perspectiva de um usuário, ele definitivamente bate ter que responder a uma forma chata que todo mundo está usando em seus sites.

Um chatbot pode ser uma boa maneira de diferenciar sua marca da concorrência

Por último, se você construir e implantar seu chatbot AGORA, você provavelmente será um dos primeiros sites em seu nicho a ter um. Mario de Oliveira diz que a maioria dos clientes preferem que o seu fornecedor de serviços estar acessível 24/7 por isso, se você deseja definir a sua marca para além da concorrência, uma atbot ch é uma boa maneira de fazê-lo.

Tecnologia

Jovens ganham mais de R$ 5 mil fazendo lives

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Sabrina Rigueira. Foto: Divulgação

A internet se tornou o grande negócio do século. Com a criação de diferentes plataformas, usuários de todo o mundo conseguem se conectar em tempo real e, inclusive, se tornar celebridades apenas desenvolvendo trabalhos para a big data. É o caso de Karina Guain Mendes e Silva, de 30 anos, que é atriz e cantora. Através de um aplicativo de transmissão ao vivo, o LiveMe, a artista entendeu uma nova forma de difundir seu trabalho em escala global. Fluente em inglês, começou a fazer coversde grandes artistas e apresentar ao vivo para o público, que gostou da ideia. “Eu conheci o LiveMe através de uma amiga. Ela tinha ido à China para um evento e me apresentou o aplicativo”, relata Karina.

Com o trabalho, a jovem deixou de lado os palcos e começou a investir em uma estrutura para suas lives. Em um local de sua casa, em São Paulo, Karina montou uma espécie de estúdio para promover um local mais adequado aos seus vídeos. “Eu sou atriz e cantora, então costumo cantar bastante para os meus seguidores e usar bastante do humor, mas notei que as pessoas gostam mesmo é de conversar, então passo a maior parte do tempo conversando com meus seguidores sobre os mais diversos assuntos, desde assuntos mais sérios como depressão até coisas mais banais como comida”, conta a atriz.

Outra famosa na internet, Sabrina Rigueira era modelo antes de conhecer a plataforma. Com mais de 200 mil seguidores, a paulistana já ganhou mais de R$ 25 mil mensais dedicando seus dias ao aplicativo. “Conheci o LiveMe por uma amiga que havia criado o perfil no aplicativo e estava fazendo lives, ela me contou do quão bacana estava sendo a experiência dela no app e que além de divertido é algo que me geraria dinheiro, não pensei duas vezes e baixei.”, conta a jovem. “Já ganhei de R$ 6 mil a R$ 25 mil em um mês”, diz Sabrina.

Para Ana Claudia Mendes, o LiveMe surgiu em um momento delicado de sua vida. Ela, que trabalhava em uma loja de departamentos e ganhava cerca de R$ 1200 por mês, viu na internet a oportunidade para seguir se sustentar. “Eu moro sozinha, então imagine. Fiquei desempregada de uma hora para outra e precisei me virar. Comecei a fazer lives e ganho cerca de R$ 3 mil. Hoje consigo sustentar minha casa e meus gastos”.

Viagens

Através do aplicativo, Sabrina, Karina e Ana também ganharam alguns prêmios. Sabrina, por exemplo, ganhou viagens e até um iPhone ao dedicar seu tempo ao App. Já Karina, além de fazer do sistema sua principal fonte de renda, viajou à California à convite do LiveMe para participar do Coachella Music Valley, um dos principais eventos de música de todo o mundo. “Foi uma experiência única. Que empresa leva você para curtir um dos maiores festivais do planeta?”. Nos EUA, conferiu shows inesquecíveis como a nova turnê da cantora Ariana Grande.

Ana Claudia, que nunca havia saído do Brasil, foi ainda para mais longe. A influencer foi à Taiwan para participar de uma das maiores festas do LiveMe no país, e conheceu os maiores transmissores de lá. “Foi uma experiência única. Imagina para mim, que nunca tinha viajado para fora do Brasil, ir à Taiwan e chegar como uma celebridade? Foi uma experiência muito gratificante”.

Com proposta inovadora no segmento de lives, o LiveMe conta com mais de 100 milhões de usuários no mundo e está presente em mais de 85 países. Por este motivo, Karina conta que se relaciona com pessoas do mundo inteiro. “Ter inglês fluente é um diferencial, mas conheço muitos transmissores que não falavam muito bem o idioma e usaram o app para melhorar sua conversa e dicção”.

Sobre o LiveMe

Disponível para download em dispositivos Android e iOS, o LiveMe é um dos apps mais importantes de mídia social nos Estados Unidos, China e Taiwan. Criado em 2016, o aplicativo conta com mais de 150 milhões de downloads no mundo e gera cerca de 190 mil minutos de conteúdo ao vivo todos os dias.

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Tecnologia

Fidi reduz 15% dos custos com armazenamento de exames na nuvem da Amazon

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A instituição, que realiza 5 milhões de exames de imagem por ano, também ganhou eficiência e rapidez

Com o objetivo de armazenar imagens de exames de seus pacientes de maneira segura, a Fundação Instituto de Pesquisa e Estudo de Diagnóstico por Imagem (FIDI) – responsável por gerir sistemas de diagnóstico por imagem na rede pública de saúde – é hoje um cliente no Brasil de grande demanda de serviços em nuvem da Amazon Web Services (AWS), uma empresa da Amazon.com (NASDAQ: AMZN), utilizando um espaço de 600 terabytes para o armazenamento de exames de imagem e laudos. A instituição realiza cinco milhões de exames de imagem por ano – ressonância magnética, tomografia computadorizada, ultrassonografia, mamografia, raios-X, hemodinâmica e densitometria óssea.

Ao utilizar os serviços e infraestrutura em nuvem da AWS, a FIDI melhorou a gestão das informações e a velocidade de recuperação das imagens, além de ter diminuído suas despesas operacionais. “Reduzimos os custos de armazenamento em 15%, evitando renovação do parque e incremento de disco por meio do uso da Amazon S3. Além disso, notamos um aumento no desempenho de 10% em relação a antiga arquitetura, usando o Amazon S3 e a AWS Direct Connect”, relata Hélio Ajzen, superintendente de Infraestrutura da FIDI.

O uso de serviços em nuvem AWS permite crescimento do negócio da Fundação. “A FIDI escolheu a Amazon Web Services por ser referência global de provedor em serviços de nuvem no mundo, por fornecer os melhores recursos para nossas necessidades específicas e pelo apoio da sua equipe de web services”, ressalta Hélio.

A escalabilidade e proteção dos dados aliado à redução de custos foi um dos grandes desafios da FIDI, que conta anualmente com uma média de atendimento de cinco milhões de exames. “Uma das principais adversidades desse trabalho era a necessidade de armazenamento seguro em larga escala maximizando os recursos. Armazenar o histórico dos pacientes de forma segura, permanente e escalável era um desafio, pois a FIDI dependia de uma solução baseada em disco de envelhecimento”, conta o superintendente.

Atualmente, a FIDI utiliza o Amazon Elastic Compute Cloud (Amazon EC2) para hospedar sua plataforma web de acesso as imagens e laudos para os pacientes; o serviço Amazon Simple Storage Service (Amazon S3) para armazenamento de mais de 600 terabytes de dados e imagens e a AWS Direct Connect para conexão segura, dedicada entre o seu principal centro de dados e o AWS Cloud.

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Tecnologia

Como os algoritmos do Google impactam seus negócios

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Métricas funcionam para que o usuário tenha a melhor experiência enquanto navega na internet

Jundiaí, maio de 2019 – O Google é um dos principais sites de busca do mundo; se tornou sinônimo de enciclopédia e dicionário, daqueles que as pessoas utilizavam nas pesquisas em bibliotecas. Para que os termos buscados sejam encontrados, a plataforma utiliza de algoritmos em programas de computador, que procuram por sites que respondam com efetividade as regras criadas em seu mecanismo de busca, para assim poder classificar quais deles “merecem” estar na primeira página e nas primeiras posições.

Para o Gestor e Diretor Técnico da Blob Web, Rívero Felipe Lopes, ninguém sabe exatamente como os algoritmos do Google funcionam. “A empresa guarda esta informação a sete chaves, mas sabemos que hoje ela foca na experiência do usuário em multiplataformas. O Google determina uma série de parâmetros que devem ser seguidos para alcançar os melhores resultados, que são metrificados por meio de um check list, garantindo que o conteúdo entregue aos usuários seja confiável e de qualidade”.

Constantemente há atualizações internas para que as pessoas encontrem o que pesquisam de forma mais rápida e efetiva. “Na última atualização o Google valorizou sites mais rápidos, flexíveis e com certificado SSL, o famoso cadeado verde perto da barra de endereço; essas modificações normalmente não têm muita periodicidade, às vezes há várias atualizações em um mês e, no outro, nenhuma; por isso é preciso estar sempre atento às alterações e acompanhar constantemente as mudanças”.

Como esses algoritmos impactam os sites?

De acordo com Rívero, eles são determinantes para o bom posicionamento do link. “Não seguir à risca as determinações feitas pelos mecanismos de busca faz com que os algoritmos não entreguem o site na hora da pesquisa. Ele prioriza as entregas de páginas mais leves e isso faz com que as pessoas consumam menos ‘dados de internet’; assim perdem menos tempo esperando e passam um maior período conectadas consumido mais conteúdo”.

Com as mudanças e as atualizações feitas pelas empresas, o ranqueamento delas muda. “Os links que aparecem nas primeiras colocações são sempre os que mais atendem às métricas, entregam o melhor conteúdo e se preocupam em oferecer uma melhor experiência para o usuário. Enquanto os sites com uma programação pesada, URLS confusas, baixo conteúdo e não responsivos não garantem um bom posicionamento”, concluiu.

Por isso, Rívero alerta sobre a importância de os responsáveis pelos sites estarem sempre atentos aos serviços. “O importante é constantemente focar no em quem irá consumir o material final; pensar como as informações da sua empresa chegam ao usuário final, a qualidade, o tempo dos carregamentos das páginas, o caminho até o contato com a sua marca e com o conteúdo entregue. Mas não adianta focar 100% no Google, o importante mesmo é seu consumidor/usuário e se a experiência dele dentro do seu site está alinhada ao que ele espera da sua marca”.

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