Conecte-se com

Educação

Palestra online para mães que os filhos dão trabalho para comer

Publicado

em

Acontece amanhã, quarta-feira (20/03), às 14h30, a palestra online e gratuita com a coach de mães Mariana Branco.

Criança pode brincar com a comida? A especialista, também responsável peloo curso online do Criando AMORas, desmistifica o assunto durante a sua palestra no Congresso Online de Atualização em Alimentação Complementar (Conalco IV), congresso que já está em sua quarta edição e que, este ano, tem como tema “Dificuldades Alimentares: origem, prevenção e tratamento”.

Direcionado a profissionais que trabalham com crianças, bem como aos pais, o congresso é online, gratuito e acontece de 18 a 21 de março.

Na palestra “A aproximação lúdica em torno dos alimentos”, que será exibida no dia 20 de março, às 14h30, a especialista explica como os adultos podem aproximar as crianças de alimentos como frutas, legumes e verduras, tanto por meio do brincar como pela própria linguagem do adulto com as crianças.

“Esse é justamente o tema do curso online ‘Meu filho não come’, do , que já ajudou dezenas de mães que viviam momentos de muita angústia durante as refeições”, explica a coach de mães que também tem formação em Ludoterapia com enfoque Psicanalítico e é coautora do livro “Contos que curam: educação emocional através dos contos”, pela Literare Books, lançado no primeiro semestre de 2019.

Segundo Mariana Branco, aprender a comer faz parte do desenvolvimento, mas algumas crianças precisam de mais ajuda do que outras nesse processo.

“Por isso, é importante criar oportunidades para que a criança viva em um ambiente familiar favorável a essa aprendizagem”, orienta.

No caso de crianças que se recusam a experimentar e fazem birras durante a refeição, uma dica é promover associações positivas tanto longe das refeições quanto na hora de preparar e oferecer a comida caseira do dia a dia.

Mariana Branco, coach de mães

Mariana lembra que por trás do mau comportamento dos filhos pode haver um pedido de ajuda.

“Quando a criança faz birra diante de um prato, ela pode estar, na verdade, muito desconfortável e até com medo de comer determinados alimentos. O brincar poderá ajudá-la a elaborar as suas angústias e dificuldades diante dos alimentos”, explica.

A aproximação lúdica também ajuda a criar momentos de familiarização com os alimentos, o que é fundamental para o processo de aprender a comer.

“É importante destacar que o brincar que me refiro não é no sentido da distração, mas sim voltado à conexão e respeito aos alimentos, contribuindo para que a criança olhe para o seu próprio prato, reconheça cheiros, texturas e sabores e tenha assim prazer e curiosidade em provar”, explica.

A palestra ainda trará dicas de livros infantis para estimular a curiosidade das crianças pela alimentação saudável e abordará o uso da comida divertida, também chamada de pratinho divertido ou comida criativa.

“A comida divertida pode ser usada com o propósito de ajudar a criança a ter a coragem de se aproximar dos alimentos, vencendo a barreira do medo de experimentar”, esclarece Mariana Branco.

10 dicas para fazer pratinhos divertidos:

  1. Faça a comida divertida como surpresa para o seu filho no café da manhã ou nas principais refeições do dia;
  2. Criem juntos: encare como uma atividade especial entre pais e filhos sem distrações de tablets, TVs e smartphones;
  3. Deixe a criança fazer sozinha para comer ou apenas para brincar e assim se aproximar, de forma gradual, dos alimentos;
  4. Inclua no prato alimentos que a criança gosta e não gosta de comer;
  5. Faça pratinhos divertidos com a comida caseira do dia a dia, ou seja, com alimentos como legumes de diversas cores e texturas, arroz, feijão, batata etc.;
  6. Apresente diferentes texturas e cores nesses pratinhos;
  7. Aposte também nas lancheiras escolares mais criativas e afetivas;
  8. Seja prático: use cortadores e moldes, como moldes de ovo e pão;
  9. Tenha bom senso: o pratinho divertido não pode ser condição única para a criança comer;
  10. Faça do seu jeito, ou seja, não precisa ser um desenho perfeito.

 

Sobre o Criando AMORas

Criando AMORas é uma iniciativa física e digital criada pela jornalista e coach de mães Mariana Branco, que também tem formação em Ludoterapia com enfoque Psicanalítico.

Na sua primeira etapa, o projeto envolveu a realização de oficinas infantis, em São Paulo, com enfoque na aproximação lúdica em torno dos alimentos.

O curso online “Meu filho não come: aprenda a despertar no seu filho o prazer em experimentar os alimentos” é direcionado a mães que precisam de ajuda para lidar com a dos filhos.

O curso possui área de membros na plataforma da Hotmart e está estruturado em 10 Módulos com aulas, materiais de apoio e Desafios Semanais.

Ao todo, são 11 aulas gravadas para as mães assistirem onde e quando quiserem, além de 12 Bônus como eBooks, receitas de nutricionistas para fazer com as crianças e vídeo-aulas de especialistas parceiros. Para saber mais, acesse: www.criandoamoras.com.br

 

Sobre o Conalco

O Conalco é um Congresso Online e Gratuito, que tem como objetivo suscitar e debater temas de relevância relacionados à alimentação infantil e à saúde integral da criança.

Está em sua quarta edição e tem sido um sucesso de público, integrando o conhecimento científico com a prática diária de milhares de pais e profissionais que têm acesso gratuitamente ao conteúdo das palestras.

Para saber mais, acesse: www.conalco.com.br

Publicidade
Clique para comentar

Deixe uma Resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Educação

Concursos: Dicas para passar e sobre como lidar com a pressão psicológica e medo

Publicado

em

Por Leonardo Santos, diretor geral do Colégio e Curso Progressão

Todos os anos, milhares de pessoas ficam na expectativa para obter a tão aguardada aprovação em concursos, em vestibulares ou uma boa pontuação no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Além de ter um bom material, como, por exemplo, livros e apostilas, é necessário buscar organização, uma rotina de estudos e equilíbrio emocional. O modo como irá lidar com a situação vai refletir na execução e no resultado.

O planejamento de estudos é a primeira questão a ser cuidada. Para que o candidato tenha boas condições nas provas, é essencial a realização de um cronograma com todo horário. Uma sugestão é estabelecer diferentes grades de horários para cada atividade.

Por exemplo, reserve um tempo na semana para resolver provas anteriores das bancas que elaboram seu concurso. Defina quais os dias irá estudar resumos e fazer simulados. Dessa forma, fica mais fácil de seguir uma rotina.

Mas isso não irá adiantar, caso não leve a sério a programação. Para isso, busque seguir estratégias de estudo que te deixe mais motivado para continuar. A boa dica são os três D’s: determinação, dedicação e disciplina.

A determinação é o combustível que nos leva para frente. É a força que nos faz não desistir. É óbvio que durante os estudos podemos ter dificuldades, dúvidas ou até mesmo desânimo. Mas quando estamos determinados, ficamos dispostos a buscar a aprovação a todo custo. Portanto, não importa o que aconteça, siga em frente até o fim.

Já a dedicação tem muito a ver com abdicação. É importante saber que, muitas vezes, será necessário deixar de lado alguns momentos de lazer com o intuito de se concentrar melhor nos estudos. Faça de tudo para manter o foco. Pense sempre nos objetivos futuros e se esforce na preparação.

A disciplina é uma grande aliada em todo o processo. Ela serve para ajudar a seguir um bom planejamento, horário de estudos e, principalmente, comprometimento consigo mesmo. Quando se tem uma mente disciplinada, é mais fácil aplicar no dia a dia uma rotina que irá auxiliá-lo a obter melhores resultados.

Outro ponto importante é a saúde do candidato. Não adianta em nada a pessoa se matar de estudar e no período da prova ficar doente. Por isso, é fundamental ter hábitos saudáveis. Tenha sempre uma alimentação saudável e pratique atividades físicas. Esses fatores vão dar mais energia e disposição para o candidato.

No entanto, mesmo tendo uma programação correta, é possível que a pessoa sinta dúvidas em sua própria capacidade. Para não desanimar, acredite que o concurso é uma grande fila e que sua vez vai chegar, desde que você faça uma preparação focada. Portanto, acredite no seu potencial. E pense sempre que hoje falta muito menos do que ontem para a conquista da vaga tão almejada.

Continue Lendo

Educação

Estudantes já podem consultar vagas do Sisu

Publicado

em

As inscrições podem ser realizadas entre 4 e 7 de junho

A consulta para vagas do Sistema de Seleção Unificada, o Sisu, já está disponível. A plataforma informatizada do Ministério da Educação permite que instituições públicas de ensino superior ofertem vagas para candidatos participantes do Enem. Neste caso, os estudantes vão ter acesso às instituições e aos cursos que serão oferecidos.

Uma vez por dia, o Sisu calcula a nota de corte, que é a menor nota para o candidato ficar entre os potencialmente selecionados. Essa pontuação mínima para cada curso é baseada no número de vagas disponíveis e no total dos candidatos inscritos naquele curso, por modalidade de concorrência.

Lembrando que a nota de corte é somente uma referência para ajudar o aluno no monitoramento da inscrição e não garante a seleção para a vaga ofertada. As inscrições do Sisu podem ser feitas a partir da próxima semana, entre os dias 4 e 7 de junho.

Continue Lendo

Educação

Educação: realmente é um direito de todos?

Publicado

em

Há um assunto muito pertinente e que também abrange uma discussão que sempre vale a pena colocar em pauta: a educação inclusiva.

Ela é um direito fundamental previsto nos artigos 205 a 214 da Constituição Federal de 1988, além de outros atos normativos e tratados internacionais dos quais o Brasil é signatário.

O pedagogo e gestor educacional Igor Carrera é otimista quanto ao assunto, principalmente por acreditar que a escola é para todos.

“Eu acredito em um Educação qualitativa, tanto na Educação Básica quanto Superior, onde o mais importante seja uma construção de conhecimento inovadora e motivadora. Ou seja, que abandone aspectos tradicionais e busque o uso de linguagens como as artes, para torná-la mais emancipatória e prazerosa”, pontua.

Flávia Albaine, Defensora Pública de Rondônia, lembra que apesar de ser um direito fundamental e de suma importância para que o indivíduo possa se desenvolver objetivando a realização da vida em todas as suas potencialidades, o cenário brasileiro tem demonstrado que tal direito – assim como tantos outros direitos fundamentais – ainda é restrito apenas para uma parcela da população diante de inúmeros obstáculos políticos, sociais, culturais e de tantas outras ordens que se fazem presentes.

“O Brasil ratificou a Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e seu protocolo facultativo em agosto de 2008, através do Decreto Legislativo 186 de 09 de julho de 2008”, ressalta.

E explica: “O sistema educacional inclusivo é um direito fundamental, expressamente previsto no artigo 208, inciso III da Constituição Federal Brasileira, no artigo 24 da Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e nos artigos 27 a 30 do Estatuto da Pessoa com Deficiência; além de outros diplomas nacionais e internacionais do qual o Brasil é signatário.

Ademais, é indiscutível o protagonismo que o acesso à educação assume diante de qualquer tentativa de transformação social que se pretende duradoura e profunda”.

Dentro de todo esse contexto é que a sociedade brasileira deve ser chamada a reflexão sobre como atuar para a efetivação do direito a educação de crianças e adolescentes com deficiência, assim como para eliminar algumas das barreiras que ainda obstruem o gozo pleno de tais direitos.

A educação na atualidade

Em experiência pessoal na condição de Defensora Pública e realizando o trabalho de educação em direitos pelo interior do estado de RO, Flávia constatou a falta de estrutura das entidades do ensino público para a efetivação do direito à educação de seus alunos com algum tipo de deficiência.

“As colocações mais constantes para justificar a debilidade do ensino inclusivo na região foram: professores relatando que a graduação não lhes concedeu conhecimento técnico para tal e que a escola também não investe em cursos de capacitação com esse objetivo, ausência de equipe interdisciplinar para atender as necessidades do aluno com deficiência, carência de planos de ações personalizados que considerem as peculiaridades do aluno com deficiência e pouco investimento em tecnologias assistivas que objetivem a inclusão do aluno com deficiência no ambiente escolar”.

Segundo ela, algumas dessas medidas de apoio ao sistema educacional inclusivo podem ser encontradas no artigo 28 do Estatuto da Pessoa com Deficiência, cujo rol não é exaustivo e que prevê:

  • a inclusão da deficiência no conteúdo programático dos cursos superiores;
  • a efetiva oferta de profissionais de apoio para viabilizar a inclusão, o ensino de libras e brailes para os estudantes;
  • a adaptação do ambiente escolar para garantir condições de acessibilidade;
  • o estímulo à realização de pesquisas sobre o tema;
  • a participação dos estudantes com deficiência nas diversas instâncias de atuação da comunidade escolar;
  • dentre outros.

“Quero deixar a nossa reflexão sobre a importância de mudanças para que as pessoas com deficiência também estejam englobadas na expressão ‘todos’ quando o artigo 205 da Constituição Federal diz que ‘a educação é um direito de todos’”, finaliza.

 Serviço:

 Juntos Pela Inclusão Social – www.facebook.com.br/juntospelainclusaosocial.

Canal do Igor Carrera – https://www.youtube.com/channel/IgorCarrera

Continue Lendo
Publicidade

Facebook

Publicidade

Eventos

Publicidade

Destaque

Pular para a barra de ferramentas