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Saúde

Tatuagens nas pernas podem dificultar o tratamento e piorar o quadro de varizes

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Dra. alerta que tatuar a região com o objetivo de cobrir as pode trazer riscos que vão desde pequenos sangramentos até embolia pulmonar.

São Paulo – 28/05/2018 – Já faz tempo que as tatuagens deixaram de ser apenas ilustrações na pele para virar parte da personalidade de cada um. Porém, segundo a angiologista Dra. Aline Lamaita, membro da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular, quem tem tendência ou histórico de varizes precisa tomar cuidado ao tatuar as . “Quando as varizes surgem sob as tatuagens, a tinta na pele pode dificultar que alguns tratamentos vasculares sejam feitos de forma adequada, como a cirurgia, a aplicação de medicamentos e o laser. Além disso, existe também o risco de o corte ou irradiação de luz na pele danificarem o desenho”, completa a especialista.

O problema é ainda maior quando o paciente tem varizes e recorre as tatuagens para cobri-las. Isso por que o ato de tatuar pode acabar lesionando o vaso, levando a sangramentos e inflamações, principalmente em veias de grosso calibre, que, por serem muito superficiais, podem gerar flebites. “A flebite é todo tipo de inflamação da parede das veias, tanto do sistema nervoso superficial, como do profundo. Se não for tratada corretamente, a flebite pode evoluir para uma inflamação chamada tromboflebite, quando ocorre também a obstrução das veias, e o coágulo sanguíneo pode acabar migrando para o pulmão e provocar embolia pulmonar”, alerta a cirurgiã vascular.

Por isso, a médica aponta que o mais indicado é primeiro tratar a condição com um cirurgião vascular e só depois, quando não houver mais restrições, buscar um profissional para tatuar o corpo. “Se a pessoa não tiver varizes nas pernas não há contraindicação para a . Mas como é difícil determinar previamente se uma pessoa terá varizes, já que o único indicativo seguro do possível surgimento da doença é o histórico familiar, o ideal é que você consulte um médio especializado, pois apenas ele poderá verificar se você possui tendência a formação de varizes e te indicar o melhor lugar para a realização da ”, finaliza a Dra. Aline Lamaita.

FONTE: Cirurgiã vascular e angiologista, Dra. Aline Lamaita é formada pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, Membro da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular, da Sociedade Brasileira de Laser em Medicina e Cirurgia e do American College of Phlebology. A médica possui título de especialista em Cirurgia Vascular pela Associação Médica Brasileira / Conselho Federal de Medicina. http://www.alinelamaita.com.br/

Saúde

Conheça alternativas para diagnóstico de câncer de próstata

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Segundo médica especialista da Sociedade Brasileira de Patologia, biópsia no períneo oferece menos riscos de infecção e complicações

O câncer de próstata é o mais frequente entre homens em todas as regiões do Brasil, tendo sido estimados 68.220 novos casos em 2018, segundo dados do Instituto Nacional do Câncer (INCA).

Embora a taxa de mortalidade para esse tipo de doença seja relativamente baixa, o rastreamento e a detecção precoce são importantes. Os exames mais utilizados na detecção de tumores na próstata são os níveis no soro de PSA, Antígeno Prostático Específico, e o toque retal. Exames de imagem, como a ressonância magnética também podem ser utilizados. No entanto, para o diagnóstico definitivo, é necessária a biópsia, podendo ser feita por meio do reto ou do períneo, que apresenta maiores vantagens para o paciente.

Muito comum na Europa, a biópsia transperineal, região compreendida entre o saco escrotal e o ânus, tem como diferencial a forma de acesso as diversas regiões da próstata.

“Algumas regiões são pouco acessíveis à biópsia transretal, como a porção anterior da próstata; nesses casos a punção transperineal tem maior facilidade em representá-la”, segundo a Drª Katia Ramos Moreira Leite, médica patologista, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Patologia (SBP).

Além disso, a maior vantagem da biópsia transperineal seria os menores índices de infecção. “Apesar da prevenção da infecção com o uso de antibióticos quando realizada a biópsia transretal, seus índices têm aumentado, principalmente por resistência bacteriana aos antibióticos, devido ao uso indiscriminado dos mesmos”, afirma a médica patologista.

Inovações no diagnóstico

No âmbito tecnológico, a biópsia transretal e a transperineal se equivalem. Atualmente, a ressonância magnética multiparamétrica é o que há de mais novo para esse tipo de diagnóstico. Utilizada caso persista a suspeita de câncer e a primeira biópsia se mostre negativa, ela aponta com maior precisão a região suspeita permitindo uma biópsia dirigida.

“Os estudos mostram que 1/4 dos pacientes poderiam não sofrer a biópsia nos casos onde a ressonância magnética se mostre normal. Mesmo que persista a suspeita de câncer, por exemplo, por níveis aumentados do PSA,  o exame de ressonância normal está associado a ausência de câncer ou a tumores clinicamente insignificantes, que não alteram a qualidade de vida ou a longevidade do paciente. Mas, se a ressonância se mostrar alterada, a biópsia dirigida para essa área suspeita tem maior chance de fazer o diagnóstico”, explica Moreira Leite.

“Mais sofisticado, mais caro e menos acessível”, complementa a médica patologista, “o equipamento de medicina nuclear com o uso de um marcador, o PSMA, utiliza um elemento radioativo, seguro e sem reações adversas, como marcador específico da célula cancerígena e é outra importante inovação no diagnóstico do câncer de próstata”, complementa.

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Saúde

Doenças reumatológicas podem ter fundo genético; diagnóstico precoce é a melhor solução

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Artrite reumatoide, artrose, lúpus e outras doenças podem passar de geração em geração

Doenças reumatológicas têm influência genética em muitos casos. Condições como artrite reumatoide, artrose, espondilite anquilosante, lúpus eritematoso sistêmico, artrite psoriática e até mesmo fibromialgia podem afetar membros da família de algum portador da doença e também ser transmitida por gerações.

De acordo com o Dr. Levi Jales Neto, reumatologista da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, uma série de estudos mostrou que há uma forte influência genética nesses casos, devendo, então, familiares de portadores de doenças reumáticas ficarem sempre atentos aos sinais. “É muito importante informar o médico e observar sintomas de dor articular, além de fazer check-up regularmente para investigar sinais da doença reumática em fase precoce”.

O diagnóstico precoce de qualquer doença reumatológica evita complicações e impede também a perda da qualidade de vida em decorrência dos sintomas. “Dor articular, principalmente nas mãos, edema e rigidez articular pela manhã, associados à dor, indicam a necessidade de avaliação médica”, explica Jales Neto. “Nas doenças autoimunes, como lúpus, costumam aparecer fadiga, perda de cabelo, manchas vermelhas no rosto, febre e emagrecimento”, alerta o especialista.

Veja abaixo o peso da genética em cada uma das doenças:

– Osteoartrite das mãos (artrose): 60% de influência genética

A osteoartrite, também conhecida por artrose, é uma doença que causa desgaste nas cartilagens articulares e também alterações ósseas. O popular “bico de papagaio”, por exemplo, pode ser consequência da doença. Dor nas articulações é o principal sintoma da doença.

– Osteoporose: até 80% de influência genética

A osteoporose acontece quando o tecido ósseo não consegue se regenerar adequadamente, o que fragiliza os ossos. No entanto, a maioria das pessoas não tem sintomas, até acontecer uma fratura. Uma dieta saudável e exercícios físicos como a musculação ajuda a prevenir essa perda óssea.

– Artrite reumatoide e lúpus: 40% a 50% de fundo genético

A artrite reumatoide é uma doença inflamatória crônica que afeta as articulações. Não se sabe a causa, mas as mulheres têm duas vezes mais chance de sofrer com a doença do que os homens. Dor, inchaço e vermelhidão nas articulações são sintomas da doença, que atinge principalmente as mãos e o punho. Já o lúpus eritematoso sistêmico, embora também seja uma doença inflamatória crônica, pode afetar órgãos importantes do corpo, como rins, pulmões e pele. Perda de apetite, febre, emagrecimento, desânimo e fraqueza são alguns dos sintomas de alerta.

– Espondilite Anquilosante: 90% dos portadores têm um marcador que indica o forte componente genético

A espondilite anquilosante é uma doença que causa inflamação na coluna vertebral e nas articulações da região sacral, e é até cinco vezes mais frequente em homens do que em mulheres. Os primeiros sintomas costumam aparecer entre 17 e 35 anos de idade e podem variar entre dores contínuas na região das costas até problemas mais graves que atingem órgãos importantes do corpo, como coração e pulmão.

– Fibromialgia: parentes de 1º grau têm oito vezes mais chance de desenvolver a doença

A fibromialgia pode tanto se manifestar isoladamente como estar associada a outras doenças reumatológicas, como a espondilite anquilosante ou artrite reumatoide. A doença provoca dor e fadiga muscular e ainda não tem cura, mas o diagnóstico precoce e o tratamento pode melhorar consideravelmente a qualidade de vida.

A reumatologia é a especialidade da medicina que trata doenças relacionadas ao sistema musculoesquelético. Entre elas estão as doenças degenerativas, como artrose, tendinite crônica, lombalgias e osteoporose. Há também as autoimunes, como lúpus eritematoso sistêmico, artrite reumatoide, polimiosite, doença mista do tecido conjuntivo, síndrome de Sjogren, entre outras. Algumas doenças causadas por infecções também são tratadas por reumatologistas. É o caso da espondilite anquilosante e a artrite psoriática. No caso das idiopáticas, a fibromialgia é a doença de maior incidência nessa especialidade.

Há, porém, formas de prevenir que essas doenças reumáticas se manifestem. De acordo com o reumatologista do Hospital São Camilo, na artrose é preciso fazer fortalecimento muscular com regularidade, enquanto na osteoporose a dieta rica em cálcio – como leite e derivados – e o exercício físico com impacto, como a caminhada e musculação, ajudam a prevenir o problema. No caso das doenças autoimunes, é recomendado fazer atividade física aeróbica e evitar o cigarro. Durante uma crise, porém, o indicado é ficar em repouso.

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Saúde

Perigos e riscos da automedicação por meio do “Dr. Google”

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O Dr. Gustavo Eder Sales, cardiologista do Hospital Albert Sabin, explica os riscos de se automedicar com “dicas” da internet.

Atualmente, 3,2 bilhões de pessoas acessam diariamente a internet no mundo. A grande maioria utiliza a ferramenta de busca Google como forma de acesso a informações sobre os mais diversos assuntos e interesses, e muitos desses internautas procuram respostas sobre variadas doenças.

Um recente levantamento realizado pelo Google, com o objetivo de saber como os brasileiros pesquisam e consomem conteúdo de saúde na própria plataforma e no YouTube, mostrou que o índice de pessoas que utilizam esses recursos como primeira fonte de informação em casos de problemas de saúde, chega a 26%, próximo aos que buscam imediatamente um médico, com 35%.

“É sabido que a internet possui muitas inverdades para diversos assuntos, sendo esse o principal risco a que se expõe a pessoa que procura orientação no “Dr. Google” ou até mesmo em sites confiáveis, porém, a coleta e interpretação das informações não serão eficazes como as feitas por profissional médico.”, adverte o cardiologista do Hospital Albert Sabin, Dr. Gustavo Eder Sales.

Como principal risco da utilização de tais informações está a automedicação, sempre gravíssima, pois, pode-se desenvolver intoxicações, prejudicar diagnósticos e ainda lesionar órgãos, não acometidos até o momento, pelo uso indevido de fármacos.

“Como exemplo, cito um fato ocorrido recentemente na UTI do nosso hospital. O paciente apresentava um quadro de cefaleia (dor de cabeça) e se medicava em domicílio por meio de “dicas” adquiridas na internet e outras fontes. Após dois ou três dias de automedicação procurou o hospital, pois, não apresentava melhora do quadro e, pior, havia evoluído. Foi então diagnosticado com meningite bacteriana, insuficiência renal aguda e outras patologias que culminaram com o óbito em menos de 24 horas de internação. Se este paciente procurasse atendimento médico no início dos sintomas, fosse diagnosticado e medicado adequadamente, certamente teria sua vida salva” desabafa o Dr. Sales.

Muitas vezes, o paciente faz a busca pelos sintomas e, de imediato, encontra o suposto diagnóstico. Porém, não leva em consideração que um mesmo sintoma pode estar associado a diferentes patologias e que cada pessoa é única. A coleta de informações a respeito de doenças em sites confiáveis não deixa de ser válida, contudo, desde que seja por pura e tão somente fonte de conhecimento, deixando o diagnóstico e a prescrição de remédios sempre a cargo de um médico.

“Quando o paciente nos procura trazendo informações de suas pesquisas na internet, em nada nos atrapalhará, pois, detendo o conhecimento adequado e específico, não nos influenciaremos. Porém, se o indivíduo se utiliza de tais informações para modificar o tratamento, colocará sua saúde e até sua vida em risco”, finaliza o Dr. Gustavo.

Hospital se torna referência na zona oeste de São Paulo.

Com 40 anos de experiência, Hospital Albert Sabin passa por revitalização completa e se posiciona como principal polo de saúde da Lapa e região.

O  Hospital Albert Sabin foi totalmente reformulado, e conta agora com uma infraestrutura completa, com a maior comodidade possível, fator que ajuda amenizar as patologias, pois o bem-estar dos pacientes é fundamental para o sucesso de cada tratamento.

Hoje, totalmente humanizada, a UTI conta com 18 leitos, sendo 2 de isolamento (1 com pressão positiva e outro com pressão negativa), capaz de atender qualquer tipo de patologia com segurança. Além da UTI, o HAS está finalizando a revitalização da fachada, que será totalmente acessível a deficientes físicos e visuais, incluindo piso tátil e rampas para o acesso a cadeirantes.

Com excelência de atendimento e Certificado Nacional de qualidade, o HAS oferece também total segurança em seu Centro Cirúrgico, que dispõe de avançados recursos tecnológicos, com instalações completas. Realiza exames laboratoriais de imagens e cardiológicos, conta com equipe de nutricionistas, atendimento 24 horas em diversas especialidades médicas, incluso suporte fisioterapêutico.

Entre os serviços de diagnose e terapia, o hospital –  novamente com o que há de mais moderno em equipamentos e com extrema qualidade profissional – oferece Exames Laboratoriais, Anatomia Patológica, Broncoscopia, Colonoscopia, Doppler Transcraniano, Ecocardiograma, Ecodoppler, Eletrocardiograma, Endoscopia Digestiva Alta, Hemodinâmica, Prova de Função Pulmonar, Quimioterapia, Radiologia em Geral, Ressonância Magnética/Angiorressonância, Tomografia Computadorizada/Angiotomografia e Ultrassonografia.

Concluindo sua estrutura, o Hospital Albert Sabin ainda dispõe de amplo Pronto Atendimento clínico e ortopédico, Internações eletivas e de urgência, e cirurgias nas mais diversas especialidades. Tudo com a busca incessante da satisfação total de todos os usuários, sejam pacientes, médicos ou visitantes.

Serviço

Endereço

Rua Brigadeiro Gavião Peixoto, 123 – Lapa – São Paulo – SP

Central de atendimento

(11) 3838 4655

Site

http://www.hasabin.com.br

Convênios atendidos

ACM SÃO PAULO – ALLIANZ SAÚDE – AMEPLAN – APCEF – AXA ASSISTANCE – BRADESCO SAÚDE – BRASIL ASSISTÊNCIA – CAASP – CABESP – CAU/SP – CARE PLUS – CENTRAL NACIONAL UNIMED – CET – CRECI/SP – CRUZ AZUL SAÚDE – FUNDAÇÃO CESP – GAMA SAÚDE – GEAP SAÚDE – GRUPO NOTRE DAME INTERMÉDICA – GOLDEN CROSS – LIFE EMPRESARIAL SAÚDE – MEDISERVICE – OAB – PLASAC – PORTOMED – PORTO SEGURO – SANTAMÁLIA SAÚDE – SÃO CRISTÓVÃO SAÚDE – SBC SAÚDE – SEPACO – SIND. DAS BORRACHAS – SISTEMA TOTAL DE SAÚDE – SOMPO SAÚDE – SULAMÉRICA – UNIMED FESP – UNIMED SEGUROS

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