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Após vice em 2014, Argentina quer acabar com jejum de 25 anos sem títulos

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Por Paulo Henrique Gomes

Quebrar um tabu de 25 anos sem título. Esse é o objetivo dos argentinos na da Rússia, em 2018. Após ficar com o vice no Brasil, a seleção começa sua caminhada na Copa deste ano no grupo D, ao lado de Croácia, Islândia e Nigéria. O grande trunfo do time é Lionel Messi, que chegou a anunciar em 2016 que não jogaria mais pela seleção, após ser vice-campeão da Copa América. Mas voltou atrás em sua decisão com o objetivo de ser campeão mundial por seu país. Convidada para a primeira Copa do Mundo, em 1930, no Uruguai, a ficou com o vice-campeonato, após perder a final para os donos da casa. O primeiro título mundial dos nossos hermanos aconteceu em 1978. Na época, sob influência da ditadura militar, os argentinos sediaram pela primeira vez uma Copa do Mundo. A seleção começou a competição no grupo 1, ao lado de Itália, França e Hungria. Com duas vitórias e uma derrota, para os italianos, a ficou com a segunda posição na chave, atrás da Itália.

Na segunda fase, acontecimentos obscuros e polêmica. Após vencer a Polônia por 2 a 0 e empatar sem gols com o Brasil, os donos da casa precisavam vencer o Peru por quatro gols de diferença para chegar na final da competição. Sem resistência e com uma grande suspeita de “corpo mole”, os peruanos jogaram a partida sem compromisso. A vitória por 6 a 0 classificou os argentinos para a final da competição contra a Holanda. Após empate por 1 a 1 no tempo normal, a partida foi para a prorrogação. Com gols de Kempes e Bertoni, a Argentina pôde comemorar seu primeiro título mundial, em casa, para delírio da torcida.

Oito anos depois, em 1986, no México, a Argentina voltou a ser protagonista. Após se classificar na primeira colocação de seu grupo, os argentinos eliminaram o Uruguai nas oitavas de final. Nas quartas, um dos jogos mais emblemáticos da história das Copas. Rivais na Guerra das Malvinas, Argentina e Inglaterra duelaram por outro objetivo: uma vaga nas semifinais da competição.

E quem fez a diferença naquele jogo, com uma mistura de esperteza e habilidade, foi o craque Diego Armando Maradona. Aos seis minutos da segunda etapa, após uma bola rebatida na área inglesa, Maradona simula uma cabeçada, mas joga a bola para o gol com a mão. Surge aí o lance conhecido como “La Mano de Díos”. Quatro minutos depois, um dos lances mais brilhantes de todas as Copas. o craque recebe a bola ainda no campo de defesa, se livra de dois marcadores, arrancando em direção ao gol. Ninguém conseguiu parar a fera, nem o goleiro inglês. Golaço que garantiu a classificação da Argentina.

Na semifinal, contra a Bélgica, novamente Maradona fez a diferença ao marcar os dois gols da vitória. Na final, vitória por 3 a 2 contra a Alemanha Ocidental. Os argentinos se sagravam bicampeões mundiais com Maradona jogando uma barbaridade e sendo eleito o melhor jogador da competição.

Quatro anos depois, na Itália, os argentinos chegaram à competição como um dos favoritos. Aos trancos e barrancos, os argentinos se classificaram para as oitavas de final. E eliminaram o Brasil, por 1 a 0, com gol de Caniggia. O duelo ainda ficou marcado pela história da “água batizada”. Em um momento desta partida, o então massagista da seleção argentina, Miguel Di Lorenzo, foi atender um jogador lesionado em campo e distribuiu garrafas de água aos seus jogadores. Por “gentileza”, também ofereceu uma garrafa a Branco, só que esta com sonífero. Depois de beber o líquido, o lateral-esquerdo da Seleção Brasileira passou mal.

Após passar pela Iugoslávia nas quartas, e a anfitriã Itália na semifinal, com vitórias nos pênaltis, os argentinos disputariam sua segunda final consecutiva contra a Alemanha Ocidental. Só que dessa vez os alemães levaram a melhor e venceram por 1 a 0, com gol de Brehme, batendo pênalti, aos 40 minutos do segundo tempo.

A Copa América de 1993 foi o último título conquistado pela Argentina. Após uma campanha irregular, com diversos empates, a Argentina encarou o México no final da competição. Com dois gols de Batistuta, os argentinos derrotaram os mexicanos por 2 a 1 e conquistaram o que é até hoje sua última taça levantada.

Apenas na última Copa, em 2014, no Brasil, a Argentina voltou a disputar uma final. Liderados por Messi, acabaram derrotados por 1 a 0 pela Alemanha e não conseguiram por fim ao jejum. A saga da Argentina em busca de títulos prosseguiu nos anos seguintes, com os argentinos chegando nas finais das Copas Américas de 2015 e de 2016, perdendo ambas para o Chile. A missão agora será na Rússia.

No entanto, a campanha irregular nas Eliminatórias, somada ao desempenho pouco convincente do time nos últimos meses, deixa os argentinos com uma pulga atrás da orelha. Com um time cheio de estrelas, os argentinos garantiram sua participação na Copa apenas na última rodada das Eliminatórias, após vencerem o Equador, em Quito, por 3 a 1. O herói da classificação foi Lionel Messi, que marcou os três gols da Argentina na partida.Para se ter uma ideia, ao final da penúltima rodada do torneio, os argentinos estavam na sexta colocação, posição que deixava o país fora do Mundial. Nas Eliminatórias, foram sete vitórias, sete empates e quatro derrotas, com 19 gols marcados e 16 sofridos. No final das contas, a Argentina ficou com a terceira colocação e evitou o vexame de não ir à Copa.

Repleta de estrelas no ataque, a Argentina sofre com a inconsistência defensiva. Messi será decisivo para a seleção albiceleste, já que a equipe mostrou-se dependente do craque para impor seu ritmo de jogo. O camisa dez do Barcelona terá ao seu lado craques como Dí Maria, Sergio Agüero, Gonzalo Higuaín e Paulo Dybala. Favoritos para ficar com uma das vagas de seu grupo, os argentinos terão que tomar cuidado com seus adversários. Todos possuem condições de surpreender e a disputa pela segunda vaga do grupo promete ser bastante equilibrada.

O primeiro desafio dos argentinos na Copa será a estreante Islândia, no dia 16 de junho, em Spartak. Na segunda rodada enfrentam a forte seleção da Croácia, provavelmente no jogo mais difícil da equipe na primeira fase, na cidade de Nizhny Novgorod. A Argentina encerra sua participação na fase de grupos contra a Nigéria, em São Petersburgo.

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Em comemoração ao dia do paraquedismo 27 pessoas saltam de ponte para quebrar recorde

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Hoje (22), é o dia mundial do paraquedismo, a data é uma homenagem a Andrews Jacques Garverin, que em 1797 saltou de um balão e foi imortalizado como o primeiro ser humano a pular de paraquedas.

Em comemoração a essa data o paraquedista brasileiro Vagner Jorge, foi à Rússia e participou da quebra de um novo recorde mundial, em Sóchi. Com um grupo de 27 pessoas de diversas nacionalidades (Rússia, Estados Unidos, Brasil, Turquia, França, Inglaterra e Bielorrússia) Vagner, saltou de uma ponte fixa com 207 metros de altura.

Inicialmente seria um grupo com 28 pessoas, mas um russo teve problemas e o paraquedas abriu antes do salto. O local onde aconteceu o evento se chama SkyPark, é um grande ponto turístico da cidade de Sochi, que além da ponte onde foi quebrado o recorde mundial, tem uma tirolesa com 233 metros.

Um vídeo mostra o exato momento em que o grupo com 27 paraquedistas, batem o recorde pulando da ponte.

 

Sobre Vagner Jorge

Vagner passou por diversas modalidades esportivas, como supermoto, onde foi campeão brasileiro, muay thay e handebol. Mas o amor pelo paraquedismo foi maior e avassalador, fazendo que ele buscasse todos os caminhos para se profissionalizar dentro da área, sem imaginar o sucesso que faria nela.

Em 2015, iniciou seus trabalhos na Austrália como dobrador de paraquedas, entre um trabalho e outro, fazia saltos esporádicos, até atingir a quantidade necessária para se tornar instrutor de voo.

De lá para cá, foram feitos milhares de saltos em lugares remotos, montanhas, antenas e prédios ao redor do mundo. Atualmente, Vagner trabalha como instrutor em Boituva, interior de São Paulo. Lá faz um trabalho muito especial incentivando o esporte para todas as pessoas, não importando idade, classe social ou limitações físicas.

Nesta primeira quinzena de outubro, ele esteve em Moscou na Rússia, onde treinou num túnel de vento, que chega a atingir cerca de 450km/h, para aprimorar ainda mais seu voo.

Instagram: https://www.instagram.com/vagnerjorge

 

Foto Divulgação/Felipe Marchesi

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Vagner Jorge é Referência no Paraquedismo

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A grande maioria das pessoas, desconhecem que o paraquedismo é um esporte e uma profissão. Focam apenas em achar que os profissionais que praticam essa modalidade, são só pessoas corajosas ou insanas.

O paraquedista, Vagner Jorge, tem ganhado bastante destaque na área com um trabalho motivacional, que leva as pessoas a confiarem mais em si, através da vivência de novas experiências, em momentos de aventura e superação.

Eu acredito que o paraquedismo é um esporte para todas as idades, uma prova disso foi uma senhora de 86 anos, surda que saltou comigo. Isso me marcou muito, pois pude ver que nunca é tarde para fazer o que se têm vontade, e se você tiver perseverança nenhuma limitação vai te impedir. Vagner Jorge

Vagner passou por diversas modalidades esportivas, como supermoto, onde foi campeão brasileiro, muay thay e handebol. Mas o amor pelo paraquedismo foi maior e avassalador, fazendo que ele buscasse todos os caminhos para se profissionalizar dentro da área, sem imaginar o sucesso que faria nela.

Em 2015, iniciou seus trabalhos na Austrália como dobrador de paraquedas, entre um trabalho e outro,  fazia  saltos esporádicos, até atingir a quantidade necessária para se tornar instrutor de voo.

De lá para cá, foram feitos milhares de saltos em lugares remotos, montanhas, antenas e prédios ao redor do mundo. Atualmente, Vagner trabalha como instrutor em Boituva, interior de São Paulo. Lá faz um trabalho muito especial incentivando o esporte para todas as pessoas, não importando idade, classe social ou limitações físicas.

Nesta primeira quinzena de outubro, ele está em Moscou na Rússia, onde treina num túnel de vento, que chega a atingir cerca de 450km/h, a fim de aprimorar seu voo. Nos próximos dias, Vagner se dirige para Sóchi, onde tentará quebrar um recorde, junto a um grupo de 27 amigos. Eles querem ser o maior número de pessoas a saltarem de uma ponte ao mesmo tempo. O recorde atual é de 26 pessoas.

Sobre o Paraquedismo

A prática do paraquedismo é muito antiga, os primeiros registros que se tem, são de 1306 D.C., onde acrobatas chineses saltavam de muralhas com um dispositivo que amortecia a chegada ao solo.

No Brasil o esporte se tornou conhecido com Charles Astor, que lecionou um curso em 1931, no Aeroclube de São Paulo, e até hoje é reverenciado como um dos maiores incentivadores da prática em solo brasileiro.

Siga Vagner no Instagram:

https://www.instagram.com/vagnerjorge

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Diretoria do La Coruña convida o advogado Dr. Jorge Sanchez para conhecer as instalações do clube espanhol

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Dr. Jorge Sanchez, sócio-fundador do escritório Sanchez e Sanchez Sociedade de Advogados, esteve no estádio Riazor, do La Coruña , na Espanha, a convite da diretoria do clube de espanhol por meio do ex-jogador Mauro Silva, que foi campeão do mundo com a seleção brasileira na de 1994 nos EUA, e foi recebido por Francisco Paco Zás, presidente da equipe espanhola.

Durante a visita as instalações do clube, o advogado que atua na área empresarial, atendendo as principais instituições financeiras do Brasil, assistiu ao jogo La Coruña  x Almería ao lado do ex-jogador, o também brasileiro Donato, que atuou na equipe por mais de 10 anos e acabou se naturalizando espanhol, defendendo a seleção da Espanha.

Tanto Mauro Silva como Donato são reverenciados no clube espanhol até hoje, além de outros brasileiros que brilharam no Deportivo como Bebeto, Djalminha, Luizão, Rivaldo, entre outros.

“Quero agradecer a receptividade e o convite e dizer que na Espanha, já tenho um clube de coração: o La Coruña“, revela Dr. Jorge Sanchez.

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