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Nova Scooter futurista

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Nova futurista

Você vai se impressionar com o design desta scooter

O estator ($ TBA) é um moderno veículo de auto balanceamento projetado para simplificar o transporte pessoal. O estator apresenta um torque extremo off-the-line e velocidades de até 30 mph com um alcance de 20 milhas. As baterias de lítio de alta vazão estão localizadas na base para alimentar um eficiente motor de cubo de 1000W, alojado dentro da roda traseira. Um guiador de dobragem rápida proporciona a capacidade de transporte de scooter para armazenamento e transporte rápidos. O estator pode ser personalizado através de um grupo de componentes que incluem assento, racks de utilitários dianteiros / traseiros, farol, luz de freio, suporte de telefone / carregador e sacos de rack personalizados.

Nathan Allen projetou o Stator com uma paixão por design e engenharia simples.

Inspirado por sua paixão por design e engenharia simples, Nathan criou o Stator, uma bicicleta elétrica de autoequilíbrio. Um ávido skatista e ciclista desde a infância, ele partiu para construir um veículo que proporcionasse ao motociclista a mesma sensação de liberdade e todos os benefícios desses meios de transporte.

Segurança, facilidade de passeio e estilo foram as maiores prioridades durante o desenvolvimento do conceito. A função de autoequilíbrio do estator cria uma capacidade de ligar / desligar fácil, mesmo quando o motociclista é estático. Ele passou inúmeras horas em seu espaço de trabalho na garagem pensando no conceito, construindo protótipos e testando cuidadosamente suas invenções. Com patentes pendentes e vários protótipos em circulação, seu próximo passo é trazer o Stator ao mercado como um veículo pessoal sem esforço para os consumidores de 16 anos ou mais para navegar facilmente em qualquer ambiente.

Como membro do corpo docente da ArtCenter College of Design, em Pasadena, Allen é responsável pelo desenvolvimento do currículo para ensinar aos alunos habilidades fundamentais que são fundamentais para toda a sua experiência educacional. Ele é instrutor na faculdade desde 2006 e professor convidado da Caltech em prototipagem e produção. Seus 18 anos de experiência ajudaram a orientar empresas como Google [x] e Idealab a desenvolver protótipos e projetar produtos para fabricação.

Um mestre em identificar como simplificar o design, ele é amplamente conhecido e respeitado por seu amplo conhecimento de mecânica e fabricação. Um professor dedicado e popular, ele está profundamente comprometido em orientar a próxima geração de designers e engenheiros. Seu trabalho foi muito elogiado pelo empresário Mauro Carlesse Junior que está interessado em trazer a novidade para o Brasil. Allen sabe claramente a importância de criar jovens designers à medida que eles desenvolvem sua paixão e aprendem as habilidades vitais para construir, utilizar a mecânica e a fabricação práticas. Ele obteve um grau de Associado em Fabricação de CAD / CAM, um BS em Design de Produto, e um MS em Sistemas de Transporte e Design na ArtCenter College of Design.

Especialidades: Design Centrado no Usuário, Desenvolvimento de Design de Conceito, Design e Engenharia Mecânica, Prototipagem e Design para Manufatura, Design Education.

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Tecnologia

Estudantes viajam com apoio da DMCard e ficam em 4º lugar em competição internacional de Robótica

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Alunos do Ensino Médio do Instituto Alpha Lumen e seu robô Alphabot #1860 acabam de retornar de Troy (EUA), onde competiram com estudantes de todo o mundo na FIRST Robotics Competition

No dia 5 de março, 12 alunos do Instituto Alpha Lumen, de São José dos Campos, embarcaram para Troy, nos Estados Unidos, com o apoio de empresas como a DMCard. Levaram na bagagem o robô Alphabot #1860 para uma aventura inesquecível: participar da FIRST Robotics Competition, um torneio de robótica que une estudantes de todo o mundo. Na madrugada do dia 13, o grupo retornou ao Brasil com a mala um pouco mais pesada, nela trouxeram o orgulho de chegar à 4ª colocação no ranking do evento, competindo com 36 times de escolas referência no tema dos Estados Unidos, Canadá e outras do Brasil.

“A FIRST Robotic Competition vai muito além da robótica. É uma competição que busca transformar a sociedade ao possibilitar que os jovens aprenderem conceitos essenciais de ciência, e cidadania de modo empolgante e desafiador” conta Nuricel Aguilera, fundadora do Instituto Alpha Lumen. “Neste torneio, a preocupação em ajudar a comunidade em que se vive ocupa o primeiro lugar. É essa atitude colaborativa que desejamos incentivar e por isso estamos tão felizes com o nosso resultado”.

Carlos Tamaki, Diretor Financeiro da DMCard, empresa que foi uma das apoiadoras que garantiu a participação dos estudantes também comemora. “A DMCard tem como um de seus valores mais importantes o incentivo à cultura e à educação na região. É uma grande honra e orgulho para toda a empresa participar dessa fase de desenvolvimento e reconhecimento do talento desses jovens da ONG, incentivando que se dediquem cada vez mais aos estudos e a inovação, aprendam interagindo com diferentes culturas e multipliquem esse conhecimento”.

Uma experiência além da robótica

O time do Instituto Alpha Lumen desenvolveu o robô que participou dos jogos realizando tarefas no modo autônomo nos primeiros segundos, ou seja, trabalhando apenas com programação inserida.

Todas as partidas foram jogadas em alianças de três equipes cada uma, para incentivar o trabalho em conjunto. Apesar de se tratar de um torneio de robótica a FIRST Robotics Competition tem mais 25 modalidades de premiação, que contemplam desde questões técnicas até a empolgação da torcida. Mas o principal prêmio é o Chairmans Awards, que reconhece o impacto positivo do projeto na comunidade em que está inserido.

A FIRST Robotics Competition é um torneio internacional de robótica para alunos do Ensino Médio que este ano realizou sua 30ª edição. O evento busca unir a emoção do esporte à disciplina e à complexidade da ciência e da tecnologia.

Seguindo regras rígidas, recursos escassos e um limite de tempo apertado e intenso, equipes de estudantes são desafiadas a arrecadar fundos, projetar uma marca para o time, aperfeiçoar habilidades de trabalho em equipe e construir e programar robôs de tamanho industrial para jogar um difícil jogo de campo. O objetivo é trazer os estudantes para o mais próximo possível da engenharia do mundo real.

E foi com talento e dedicação que, passo a passo, o time de São José dos Campos e seu robô Alphabot #1860 foram vencendo diversas equipes de todo o mundo até chegarem à 4ª colocação no ranking do evento deste ano e ainda levar a premiação Quality Award da Motorola Solutions Foundation.

Além da participação na FIRST, o grupo realizou, em parceria com o Consulado do Brasil em Boston e o MIT (Massachusetts Institute of Technology), oficinas de tecnologia para crianças da comunidade brasileira residente naquela cidade. Também visitaram o MIT que é uma das mais importante universidade de tecnologia do mundo. Uma experiência verdadeiramente inesquecível e com aprendizados que serão compartilhados no Brasil com outros colegas e a comunidade.

Sobre o Instituto Alpha Lumen

O Instituto Alpha Lumen (IAL) é uma entidade sem fins lucrativos que busca gerar impacto social por meio de processos educativos. Entre seus projetos está o Projeto Escola direcionado a estudantes advindos principalmente de escolas públicas e de baixa renda, mas que gostam de aprender e se destacam por seu potencial cognitivo, criatividade, motivação e valorização do conhecimento. Estudantes que desejem estabelecer novos rumos à sua vida e a de seu entorno como lideranças de perfil transformador e senso de comunidade por meio da educação.

A ideia do nome “Alpha Lumen” é porque em Astronomia “Alpha” é a estrela mais brilhante de uma constelação e “Lumen” é Luz em latim. Assim, “Alpha Lumen” é a “Luz mais brilhante”. Essa é a ideia do IAL, alavancar luzes brilhantes que tenham discernimento, competência, criticidade e compromisso com um mundo mais justo.

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Tecnologia

Especialista em marketing digital dá dicas para se destacar em vendas nas redes sociais sem ser inconveniente

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Simone Siqueira destaca o Copywriting como uma das técnicas empregadas com sucesso no mundo digital

O crescimento dos influenciadores digitais elevou a importância de métricas como quantidade de seguidores, curtidas e engajamento ao medir o sucesso de um perfil. Mas nem tudo se resume a números. Aqueles que aproveitam a popularidade das redes sociais para ter um negócio online precisam estar atentos à sua comunicação, investindo em conteúdos que, mais do que passar uma ideia, transmitam informações que convertam seguidores em clientes. “Um dos maiores mitos de vendas no universo digital é que é preciso entregar muito conteúdo gratuito para depois oferecer algum produto ou serviço”, ressalta a especialista em empreendedorismo digital, Simone Siqueira, que destaca o Copywriting como uma das técnicas empregadas com sucesso no mundo digital.

De acordo com a especialista, a técnica está relacionada ao domínio na formação de uma estrutura, que resultará na criação de cartas, vídeos e outros tipos de comunicação de vendas, entre elas as mídias digitais. “Vender sem se tornar inconveniente é possível quando a comunicação tem argumentos embasados na realidade do seu cliente, mostrando a ele suas dificuldades e apresentando soluções. O copywriter trabalha principalmente na transformação que o produto causa naquele consumidor”, comenta.

Para garantir sucesso é preciso deixar de lado práticas publicitárias mais antigas nas redes sociais. “As estratégias de propaganda tradicionais já não trazem mais resultados. A mensagem precisa ser clara para que seus seguidores possam compreender o que é vendido e se o produto ou serviço é ideal para solucionar os problemas deles. Quando o conteúdo não é claro, o consumidor não se conecta, confunde-se e, consequentemente, não compra. Alguns pontos que devem ser levados em consideração ao produzir um material são: postura, local ou contexto, cenário, vestimenta, vocabulário escolhido e clareza de ideias”, afirma a especialista.

Um número grande de seguidores tão pouco é uma métrica fundamental neste caso: “Quando se fala em venda nas redes sociais, nem sempre ter muitos seguidores é o essencial. Uma prova disso são algumas pessoas com um grande número de seguidores que não conseguem ter um negócio online. Isso se deve, muitas vezes, a não compreensão do modelo do próprio negócio, o que leva a uma comunicação falha”, explica a especialista em marketing digital.

Outra questão que deve ser levada em consideração é a interação dos seguidores com os perfis do negócio nas redes: “O tipo de engajamento desejado também precisa ser pensado. A venda é o nível mais alto de engajamento e não necessariamente aquele cliente que curte seus posts ou comenta. O número de vendas, faturamento e lucro são métricas que se precisa estar atento. O restante pode ser chamado de ‘EGOmétricas’”, comenta.

Nas Redes Sociais e principalmente no Instagram – que tem mais de 1 bilhão de usuários ativos –, se diferenciar através da comunicação é fundamental, pois é por meio dela que as pessoas serão atraídas e, principalmente, aquelas que se quer como cliente. Pensando neste universo, a especialista separou um passo a passo, baseado neste método, para aplicar em plataformas como o Instagram. Confira:

Primeiro passo Chamar a ATENÇÃO dos seus seguidores: No Instagram a melhor forma de fazer isso é na escolha da imagem.

Segundo passo Despertar o INTERESSE para que seus seguidores se mantenham conectados a você. Geralmente o que mais desperta o interesse é falar sobre os problemas ou dificuldades que seus seguidores estão enfrentando no momento.

Terceiro passo Gerar DESEJO, sem esse desejo o consumidor não compra. Esse desejo é trabalhado com ele através da possibilidade de solução.

Quarto e último passo Chamá-lo para tomar uma ação para que tenha essa solução, que está associada a compra do produto ou serviço.

Simone Siqueira teve sua primeira experiência como empreendedora aos 16 anos, como professora de piano, profissão que norteou sua primeira formação superior. Já na década de 1990 abriu uma empresa voltada à computação para crianças e, por isso, investiu em uma licenciatura na área, que a levou a atuar com aliada à Educação, de forma autônoma. Desde então fez outras especializações, como Design Instrucional, MBA em Administração e Marketing Digital. Desde 2011 está à frente da empresa Educação Digital e há seis anos ingressou no universo do marketing digital com o propósito de ajudar pessoas a criar, de forma estratégica, network de qualidade nas redes sociais, produzindo conteúdos que agreguem valor à sua marca, resultando na conquista de uma forte Identidade digital.

Facebook/Instagram simonesiqueiratreinamentos I Youtube SIMONESIQUEIRATV I site educacaodigital.com

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Tecnologia

Kaspersky Lab: golpes para roubar credenciais de acesso a sites adultos dobram em 2018

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Pesquisadores da Kaspersky Lab registraram mais de 850 mil ataques de malware no ano passado. As tentativas de roubo atingiram 110 mil pessoas

São Paulo, 11 de março de 2019 – O número de usuários que sofreram tentativas de ataques de malware com a intenção de roubar o login de acesso às contas premium em sites adultos aumentou mais de duas vezes, passando de cerca de 50 mil usuários em 2017 para 110 mil no ano passado. No total, foram detectados mais de 850 mil ataques. Esse crescimento foi acompanhado de mais ofertas de credenciais roubadas na Dark Web e de um aumento no número de famílias de malware envolvidas nos ataques. Essas e outras constatações fazem parte do relatório da Kaspersky Lab sobre as ameaças contra usuários de sites adultos em 2018.

Ao mesmo tempo que a pornografia é considerada uma ótima isca para atrair vítimas para um site malicioso ou fraude, não se via valor em monetizar o conteúdo para adultos propriamente dito. Mas é justamente esta mudança no comportamento dos cibercriminosos que o novo relatório mostra. É a pornografia, especialmente as contas premium de sites pornográficos e que incluem conteúdos exclusivos, que está chamando cada vez mais a atenção dos fraudadores.

Para roubar as credenciais premium, os cibercriminosos distribuem malware usando botnets, uma rede de robôs ou dispositivos infectados com malware capaz de baixar outro malware, dependendo dos objetivos do proprietário da botnet. Essas botnets costumam ser formadas por versões de trojans bancários, mas que foram adaptados para atacar e roubar usuários de sites adultos. Quando bem-sucedidos, interceptam o tráfego de dados das vítimas e as redirecionam para páginas falsas que espelham o verdadeiro site adulto que o usuário está tentando acessar. O malware tentará capturar as credenciais premium quando o usuário fizer o login na página falsa. Esse método é cada vez mais popular entre os cibercriminosos e, normalmente, resulta na exposição das informações pessoais das vítimas, que podem ainda perder o acesso à conta, que teve um custo anual de US$ 150.

Segundo os pesquisadores da Kaspersky Lab, o crescente número de usuários que enfrenta esse malware é compatível com a intensificação na produção das ameaças. O número de ataques maliciosos relacionados à pornografia aumentou quase três vezes: de 307.868 tentativas de ataques em 2017 para 850.000 em 2018. Esse crescimento está associado ao aumento no número de famílias de malware distribuídas por botnets, que visam obter credenciais de login em sites de pornografia. No ano passado, os especialistas da empresa descobriram 22 variações de bots usadas neste tipo de ataque que distribuem cinco famílias de trojan direcionadas a bancos: Betabot, Gozi e Panda (esta conhecida também por atacar usuários de marcas conhecidas de comércio eletrônico), Jimy e Ramnit. Da mesma forma que a Gozi, as duas últimas também são novas nos ataques a logins de pornografia. Em 2017, 27 variações de bots distribuíram apenas três famílias de malware (Betabot, Neverquest e Panda).

O crescimento desses ataques foi acompanhado de um aumento no número de ofertas relacionadas a credenciais roubadas na Dark Web: a pesquisa mostra que, em 2018, o número de ofertas exclusivas de credenciais de acesso premium a sites pornográficos dobrou, chegando a mais de 10 mil, em comparação com cerca de 5 mil em 2017. Contudo, o preço continua o mesmo, aproximadamente entre US$ 5 e US$10 por conta.

As credenciais de acesso premium a sites de pornografia podem não ser o item mais óbvio de ser roubado. Porém, o fato do número de ofertas de venda relacionadas a esse tipo de credenciais na Dark Web estar crescendo e o aumento das iniciativas para distribuir esses malwares mostram que essa é uma linha de negócios ilegais lucrativa e popular. Os usuários desses sites de conteúdo adulto devem lembrar-se de que esse malware pode passar despercebido no dispositivo da vítima por muito tempo, espionando suas atividades e permitindo que outros façam o mesmo, sem desconectar o usuário para não levantar suspeitas. Mesmo as pessoas que apenas acessam o site, mas não têm contas premium, podem estar em perigo pois arriscam expor seus dados privados“, explica Oleg Kupreev, pesquisador de segurança da Kaspersky Lab.

Outras conclusões do relatório incluem:

  • A pesquisa online sobre pornografia tornou-se mais segura: em 2018, 650 mil usuários foram alvos de ataques executados por recursos online, ou seja, 36% menos do que em 2017, quando foi detectado mais de um milhão desses ataques.
  • Os cibercriminosos estão usando ativamente marcas de pornografia populares (como Pornstar ou HD-porn) para promover o malware em resultados de pesquisas. No total, 87.227 usuários exclusivos enfrentaram esses malwares em 2018.
  • As amostras de malware com temas de pornografia são muito variadas, envolvendo 642 famílias e 57 tipos de ameaças para PC.
  • Constatou-se que 89% dos arquivos disfarçados com pornografia em dispositivos Android eramAdWare.
  • O número de ataques vindos de páginas de phishing que simulam ser de um dos grandes sites de pornografia com conteúdo gratuito aumentou mais de dez vezes no quarto trimestre de 2018.

Para reduzir o risco de infecção, a Kaspersky Lab recomenda:

  • Preste mais atenção à autenticidade do site. Só acessem depois de ter certeza de que se trata de um site legítimo e que o endereço começa com ‘https’, especialmente quando for solicitada alguma credencial.
  • Utilize um cartão e uma conta bancária diferente, com um saldo limitado, especificamente para a ativação de contas premium e a renovação da assinatura. Isso ajudará a evitar prejuízos financeiros, caso seus dados bancários sejam roubados.
  • Use soluções de segurança confiáveis, como o Kaspersky Security Cloud e o Kaspersky Total Security, para proteger-se contra diversas ameaças, incluindo trojans bancários.

Nunca use a mesma senha para vários sites ou serviços. Para criar senhas fortes à prova de invasões e eliminar a dificuldade de lembrá-las, use um aplicativo de gerenciamento de senhas, como o Kaspersky Password Manager.
As empresas também pode restringir o acesso a sites que não estão de acordo com as políticas corporativas, como os sites de pornografia, usando uma solução de endpoints, como o Kaspersky Endpoint Security for Business. Além do antispam e antiphishing, ela deve incluir controles de aplicativos e de web, mais a proteção contra ameaças web capaz de detectar e bloquear o acesso a endereços maliciosos ou de phishing.

Para mais informações, acesse o relatório Threats to users of adult websites in 2018 em Securelist.com.

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