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Stock Car: para argentinos, Fangio foi “o primeiro Senna da Fórmula 1”

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Correndo no Brasil, pilotos promovem homenagem ao pentacampeão e comparam: “ foi o Fangio moderno”

Vários pilotos que passaram pela Fórmula 1 tinham talento. Mas poucos deixaram a marca do heroísmo. E um deles certamente foi Juan Manuel Fangio, o argentino que por décadas foi a inspiração de todos os sul-americanos que tentaram o sucesso na categoria máxima do automobilismo – entre eles Emerson Fittipaldi, Nelson Piquet e Ayrton Senna. Nesta quinta-feira (6) dois jovens argentinos que competem no Campeonato Brasileiro de decidiram marcar a oitava etapa da temporada com uma homenagem especial ao conterrâneo famoso: lembraram os 60 anos da última grande vitória de Fangio para chamar a atenção da influência do legado do argentino junto a todos os sul-americanos. O estreante Esteban Guerrieri, da equipe Hero Motorsport, seu compatriota Nestor Girolami, da Bardahl , usarão em seus carros adesivos com a inscrição “Fangio – 60 anos”. Na pista de Cascavel, onde acontecerá a prova da Stock no domingo, eles contaram histórias sobre o lendário pentacampeão da F-1.

Até ser superado por Michael Schumacher, Fangio era o piloto com mais títulos conquistados na categoria. “Ele escreveu uma página importante da história por competir em uma época na qual os conceitos de segurança eram praticamente inexistentes e a ousadia do piloto beirava a irresponsabilidade. Por isso, os títulos de Fangio foram todos espetaculares”, ressaltou Nestor Girolami. “Mesmo assim a genialidade e a inteligência estratégica de Fangio surpreendiam. Por exemplo, uma de suas frases mais famosas foi quando lhe perguntaram qual era o seu segredo para vencer tantas vezes na Fórmula 1. Ele respondeu com simplicidade: ‘No automobilismo, o segredo é correr o mais devagar possível’. Ou seja, você tem que ser veloz, mas também poupar o equipamento e garantir que vai chegar ao final. Foi assim que ele sobreviveu àquela época de vários acidentes violentos e venceu cinco títulos mundiais”, completa Girolami.

De fato, Fangio viu vários companheiros de pista perderem a vida nos Grandes Prêmios. Mas isso não o fez parar – nem mesmo o impediu de aceitar convites para provas fora da Fórmula 1. Sua última grande vitória – que os dois jovens argentinos homenageiam durante a etapa da Stock Car – aconteceu em 1958 em uma prova de “Fórmula Libre”, uma categoria que reunia grandes nomes e carros da Fórmula 1 para competir com equipamentos e pilotos de várias categorias. Faz parte desse lote de provas especiais as três que Fangio disputou e venceu no Brasil. A primeira delas, em 1941, foi em homenagem ao então ditador brasileiro Getúlio Vargas. “Fangio adorava o Brasil e esteve aqui várias vezes. Algumas para correr, outras para assistir a corridas e outras ainda para estar com amigos brasileiros que eram pilotos da época”, conta Girolami.

A relação do argentino com ditadores não acabou aí. Naquele mesmo ano, Fangio foi raptado por guerrilheiros cubanos do Movimento 26 de Julho, uma organização comandada pelo futuro cubano ditador Fidel Castro, na tentativa de destronar outro mandachuva cubano, Fulgêncio Batista. O argentino ficou 29 horas sob custódia do grupo e com isso foi impedido de participar uma prova extra campeonato da F-1 em Cuba, desmoralizando o regime de Batista diante do mundo. “Um ano depois, Castro tomaria o poder”, conta Esteban Guerrieri. “Esta história é quase uma lenda para os fãs argentinos. A ponto de ter virado um filme de produção nacional em 1999, chamado Operación Fangio”, completa.

Em determinado momento da história, o mundo acreditava que Ayrton Senna superaria os cinco títulos de Juan Manuel Fangio. Mas o brasileiro faleceria tragicamente em 1994 – um ano antes do argentino, que chegou aos 84 anos. “A admiração deles era mútua e aberta. E o impacto que tiveram no automobilismo em suas respectivas épocas os aproximou também”, resume Esteban Guerrieri. “Podemos dizer que Fangio foi o Ayrton Senna do passado e que Senna foi o Fangio moderno. Para nós, na Argentina, e acredito que também para grande parte do mundo, essa é uma comparação bastante precisa. Eles eram incríveis”, completa o piloto da equipe Hero Motorsport.

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Esportes

Em comemoração ao dia do paraquedismo 27 pessoas saltam de ponte para quebrar recorde

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Hoje (22), é o dia mundial do paraquedismo, a data é uma homenagem a Andrews Jacques Garverin, que em 1797 saltou de um balão e foi imortalizado como o primeiro ser humano a pular de paraquedas.

Em comemoração a essa data o paraquedista brasileiro Vagner Jorge, foi à Rússia e participou da quebra de um novo recorde mundial, em Sóchi. Com um grupo de 27 pessoas de diversas nacionalidades (Rússia, Estados Unidos, Brasil, Turquia, França, Inglaterra e Bielorrússia) Vagner, saltou de uma ponte fixa com 207 metros de altura.

Inicialmente seria um grupo com 28 pessoas, mas um russo teve problemas e o paraquedas abriu antes do salto. O local onde aconteceu o evento se chama SkyPark, é um grande ponto turístico da cidade de Sochi, que além da ponte onde foi quebrado o recorde mundial, tem uma tirolesa com 233 metros.

Um vídeo mostra o exato momento em que o grupo com 27 paraquedistas, batem o recorde pulando da ponte.

 

Sobre Vagner Jorge

Vagner passou por diversas modalidades esportivas, como supermoto, onde foi campeão brasileiro, muay thay e handebol. Mas o amor pelo paraquedismo foi maior e avassalador, fazendo que ele buscasse todos os caminhos para se profissionalizar dentro da área, sem imaginar o sucesso que faria nela.

Em 2015, iniciou seus trabalhos na Austrália como dobrador de paraquedas, entre um trabalho e outro, fazia saltos esporádicos, até atingir a quantidade necessária para se tornar instrutor de voo.

De lá para cá, foram feitos milhares de saltos em lugares remotos, montanhas, antenas e prédios ao redor do mundo. Atualmente, Vagner trabalha como instrutor em Boituva, interior de São Paulo. Lá faz um trabalho muito especial incentivando o esporte para todas as pessoas, não importando idade, classe social ou limitações físicas.

Nesta primeira quinzena de outubro, ele esteve em Moscou na Rússia, onde treinou num túnel de vento, que chega a atingir cerca de 450km/h, para aprimorar ainda mais seu voo.

Instagram: https://www.instagram.com/vagnerjorge

 

Foto Divulgação/Felipe Marchesi

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Esportes

Vagner Jorge é Referência no Paraquedismo

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A grande maioria das pessoas, desconhecem que o paraquedismo é um esporte e uma profissão. Focam apenas em achar que os profissionais que praticam essa modalidade, são só pessoas corajosas ou insanas.

O paraquedista, Vagner Jorge, tem ganhado bastante na área com um trabalho motivacional, que leva as pessoas a confiarem mais em si, através da vivência de novas experiências, em momentos de aventura e superação.

Eu acredito que o paraquedismo é um esporte para todas as idades, uma prova disso foi uma senhora de 86 anos, surda que saltou comigo. Isso me marcou muito, pois pude ver que nunca é tarde para fazer o que se têm vontade, e se você tiver perseverança nenhuma limitação vai te impedir. Vagner Jorge

Vagner passou por diversas modalidades esportivas, como supermoto, onde foi campeão brasileiro, muay thay e handebol. Mas o amor pelo paraquedismo foi maior e avassalador, fazendo que ele buscasse todos os caminhos para se profissionalizar dentro da área, sem imaginar o sucesso que faria nela.

Em 2015, iniciou seus trabalhos na Austrália como dobrador de paraquedas, entre um trabalho e outro,  fazia  saltos esporádicos, até atingir a quantidade necessária para se tornar instrutor de voo.

De lá para cá, foram feitos milhares de saltos em lugares remotos, montanhas, antenas e prédios ao redor do mundo. Atualmente, Vagner trabalha como instrutor em Boituva, interior de São Paulo. Lá faz um trabalho muito especial incentivando o esporte para todas as pessoas, não importando idade, classe social ou limitações físicas.

Nesta primeira quinzena de outubro, ele está em Moscou na Rússia, onde treina num túnel de vento, que chega a atingir cerca de 450km/h, a fim de aprimorar seu voo. Nos próximos dias, Vagner se dirige para Sóchi, onde tentará quebrar um recorde, junto a um grupo de 27 amigos. Eles querem ser o maior número de pessoas a saltarem de uma ponte ao mesmo tempo. O recorde atual é de 26 pessoas.

Sobre o Paraquedismo

A prática do paraquedismo é muito antiga, os primeiros registros que se tem, são de 1306 D.C., onde acrobatas chineses saltavam de muralhas com um dispositivo que amortecia a chegada ao solo.

No Brasil o esporte se tornou conhecido com Charles Astor, que lecionou um curso em 1931, no Aeroclube de São Paulo, e até hoje é reverenciado como um dos maiores incentivadores da prática em solo brasileiro.

Siga Vagner no Instagram:

https://www.instagram.com/vagnerjorge

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Esportes

Diretoria do La Coruña convida o advogado Dr. Jorge Sanchez para conhecer as instalações do clube espanhol

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Dr. Jorge Sanchez, sócio-fundador do escritório Sanchez e Sanchez Sociedade de Advogados, esteve no estádio Riazor, do La Coruña , na Espanha, a convite da diretoria do clube de futebol espanhol por meio do ex-jogador Mauro Silva, que foi campeão do mundo com a seleção brasileira na Copa do Mundo de 1994 nos EUA, e foi recebido por Francisco Paco Zás, presidente da equipe espanhola.

Durante a visita as instalações do clube, o advogado que atua na área empresarial, atendendo as principais instituições financeiras do Brasil, assistiu ao jogo La Coruña  x Almería ao lado do ex-jogador, o também brasileiro Donato, que atuou na equipe por mais de 10 anos e acabou se naturalizando espanhol, defendendo a seleção da Espanha.

Tanto Mauro Silva como Donato são reverenciados no clube espanhol até hoje, além de outros brasileiros que brilharam no Deportivo como Bebeto, Djalminha, Luizão, Rivaldo, entre outros.

“Quero agradecer a receptividade e o convite e dizer que na Espanha, já tenho um clube de coração: o La Coruña“, revela Dr. Jorge Sanchez.

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